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Fachada da Foxconn: abertura de capital servirá para financiar parte de ambicioso projeto de ampliação dos negócios em território nacional
São Paulo - Depois de enfrentar complicações burocráticas e financeiras para colocar em funcionamento a planta de montagem de iPhones e iPads em Jundiaí, no estado de São Paulo, a taiwanesa Foxconn encontrou seu eixo para se firmar como uma das maiores fabricantes de produtos e componentes eletroeletrônicos do Brasil.
Prova disso é que, após nove anos no país, a empresa está finalmente colocando em prática seu plano de abrir capital na Bolsa de Valores de São Paulo. Segundo fontes ouvidas pelo site de VEJA e que participam das negociações, a companhia prepara a reestruturação de suas operações brasileiras para, em seguida, estrear na BM&FBovespa. O objetivo é fazer a oferta inicial de ações já no ano que vem.
A abertura de capital não é uma ideia nova para a subsidiária da Foxconn no país. Quando o presidente mundial da empresa, Terry Gou, anunciou investimentos de 12 bilhões de dólares no Brasil em um intervalo de seis anos – durante a visita da presidente Dilma Rousseff à China, em abril de 2011 – ficou decidido que a ampliação dos investimentos seria financiada, em parte, pelo mercado de capitais. A informação foi revelada pela coluna Radar on-line de VEJA em agosto do ano passado.
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