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EUA | 22/02/2012 17:00

Empresas de tecnologia planejam IPO neste ano

Na sombra da operação do Facebook, companhias do Vale do Silício preparam abertura de capital

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Daniel Barry/Getty Images

A Nasdaq, em Nova York

Os planos de IPO acontecem após o plano do Facebook de abrir o capital em uma emissão avaliada em 5 bilhões de dólares

São Paulo - Diversas companhias de tecnologia, incluindo a desenvolvedora de software de segurança Palo Alto Networks, estão se preparando para abrir o capital na sombra da operação do Facebook, sentindo uma janela de oportunidade com a retomada do mercado acionário.

A fabricante de programas de gerenciamento ServiceNow, a fornecedora o software de recursos humanos Workday, a empresa de dados Splunk e a fabricante de memória flash Violin Memory também estão em estágios variados de planejar uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) neste ano, disseram fontes familiares com o assunto.

Estas companhias têm valor esperado de 1 bilhão de dólares ou mais, disseram as fontes.

A Palo Alto Networks, maior das empresas mencionadas, deve começar o processo de escolher os bancos envolvidos nesta semana para subscrever seu IPO, enquanto a ServiceNow escolheu o Morgan Stanley e o Goldman Sachs para liderar sua oferta, relataram as fontes. Ambas as companhias miram uma emissão no primeiro semestre deste ano, segundo as fontes.

A Workday já traçou uma lista de bancos, disseram as fontes, mas os nomes das instituições não foram revelados. A Violin está em conversas preliminares com bancos sobre um potencial pedido de emissão neste ano, segundo forte.

A Splunk já fez o pedido ao regulador norte-americano SEC, com Morgan Stanley, Credit Suisse, JPMorgan Chase e Bank of America Merrill Lynch, liderando a oferta.

A Palo Alto Networks e a Workday se recusaram a comentar. ServiceNow, Splunk, Violin, Goldman e Morgan Stanley não estavam imediatamente disponíveis para comentários.

Os planos de IPO acontecem após o plano do Facebook de abrir o capital em uma emissão avaliada em 5 bilhões de dólares, e das transações do LinkedIn e do Groupon, mesmo em meio a turbulências no mercado nos últimos meses devido à crise de dívida europeia e de incertezas econômicas globais.

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