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Copersucar: o prazo de dois anos é uma estimativa de um período para o mercado de capitais se recuperar e se tornar líquido novamente
São Paulo - A Copersucar não deverá realizar processo de abertura de capital (IPO, na sigla em inglês), nos próximos dois anos, de acordo com o presidente da companhia, Paulo Roberto de Souza. O motivo é o cenário macroeconômico que, em sua visão, não está positivo. "A empresa não quer ir a mercado a qualquer preço", afirmou.
O prazo de dois anos é uma estimativa de um período para o mercado de capitais se recuperar e se tornar líquido novamente, na opinião de Souza. "Se daqui um ano houver liquidez e os investidores estiverem famintos, podemos acelerar esse processo."
Souza disse ainda que algumas empresas estão se voltando ao mercado neste momento ou por razões específicas ou porque precisam muito de capital, o que não é o caso, segundo ele, da Copersucar, que pode realizar seus investimentos sem recorrer à Bolsa de Valores. A companhia também descarta no momento fazer captações no mercado externo.
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