Dólar R$ 3,15 -1,03%
Euro R$ 3,70 0,06%
SELIC 9,25% ao ano
Ibovespa 1,09% 68.715 pts
Pontos 68.715
Variação 1,09%
Maior Alta 4,27% BBSE3
Maior Baixa -2,04% JBSS3
Última atualização 18/08/2017 - 17:20 FONTE

Dólar comercial abre em queda de 0,50%, a R$ 1,594

São Paulo – O dólar comercial abriu em queda de 0,50%, a R$ 1,594, no mercado interbancário. Ontem, a moeda fechou em alta de 1,20%, cotada a R$ 1,602. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista cedia 0,96%, a R$ 1,593 nesta manhã, após ter encerrado com ganho de 1,53%, a R$ 1,609 ontem.

Os investidores voltam a ficar pessimistas em relação à situação econômica mundial. E enquanto houver desconfianças pairando sobre a saúde do sistema financeiro internacional não é preciso mais nada para manter os mercados tensos, em clima fortemente negativo. É isso que ocorre na manhã de hoje, em que, a despeito de agenda vazia de indicadores europeus e norte-americanos, as quedas são acentuadas nas bolsas e demais ativos de risco. Igualmente pesa sobre os mercados o temor cada vez mais acentuado de uma recessão, ou prolongamento de taxas de crescimento pífio, no mundo desenvolvido.

As dúvidas sobre a situação dos bancos atingem, agora, as instituições suíças. Isso porque, ontem, o banco central do país recorreu à linha de liquidez que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) colocou à disposição de diversos países no início da crise financeira, detonada em 2008. Ainda na Europa, circulavam informações de que o Banco Central Europeu comprava títulos espanhóis e italianos e isso ajudava a segurar o euro que, às 9h14, estava em US$ 1,4388 ante US$ 1,4334 no final da tarde de ontem em Nova York.

Com relação aos EUA, a novidade de hoje é a redução nas estimativas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no quarto trimestre deste ano feita pelo JPMorgan, de 2,5% para 1,0%. A previsão para o primeiro trimestre de 2012 passou de 1,5% para 0,5%. O banco disse ainda que os riscos de uma recessão são claramente elevados. Ontem, as perspectivas de crescimento já tinham sido esfriadas pelo Morgan Stanley, que revisou para baixo também a expansão da Europa e global.