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São Paulo – As empresas de Eike Batista, que já não tiveram um ano muito feliz na bolsa em 2011, acumulam nova queda nessa primeira metade de 2012. Para algumas empresas, o mercado ainda tem dúvidas sobre projetos. Para outras, o cenário mudou com o anúncio de que a OGX encontrou uma capacidade de vazão menor que a esperada em um de seus campos. Nenhuma das ações do grupo EBX está subindo na BM&FBovespa neste ano.
Ainda assim, ainda existem estimativas otimistas para algumas empresas do grupo, como a de logística LLX e a própria petroleira OGX, que na opinião de parte dos bancos e corretoras, sofreu mais do que deveria na bolsa.
Confira como as empresas de Eike estão andando na bolsa e o que está no radar dos investidores para cada uma delas.
OGX (OGXP3)
Não que a situação estivesse boa para a empresa de petróleo e gás de Eike Batista no início deste ano, mas há poucos dias, o cenário só piorou. Até o dia 26 de junho, a ação da empresa marcava uma queda de 38,54%. Após o fechamento do mercado naquele dia, veio uma notícia que decepcionou os investidores.
A OGX informou que a vazão no Campo de Tubarão Azul, na Bacia de Campos, havia sido calculada em 5 mil barris de óleo por dia, abaixo da estimativa da própria empresa, que ficava entre 15 mil e 20 mil barris por dia.
Resultado: só no primeiro pregão após o anúncio, no dia 27, as ações caíram 25,33%. Com o resultado dos pregões seguintes, o papel terminou como a maior queda do primeiro semestre, perdendo 56,62% no período. Parte dos analistas acredita, porém, que o mercado exagerou na reação. Mesmo com as revisões para baixo, a média de cinco projeções de mercado para o preço-alvo do papel indicava uma alta de mais de 100% para a ação.
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