Aguarde...
RegulaçãoDilma anuncia novo código da mineração na próxima terça
Meio ambienteInflação torna brasileiro mais consciente ao consumir
PactoGigantes dos negócios lançam “Plano B” para ir além do lucro
EmbrapaAgricultura familiar é a mais afetada por mudanças do clima
AlemanhaMerkel anuncia fundo de até € 8 bi para enchentes
MTParque da Chapada dos Guimarães convive com pressões
Ecodesign Que tal criar seu próprio inseto comestível em casa?
EnergiaEdital da rodada de gás da ANP deve ser publicado até julho
PreçosEnergia negociada na Brix sobe 60% em maio a R$377,2/MWh
Ranking As 10 marcas globais mais verdes de 2013 e suas estratégias
Fukushima: Excesso de confiança fez com que os funcionários da TEPCO não tivessem treino suficiente para atuar e pensar de maneira mais flexível diante do ocorrido
Tóquio - Um relatório publicado nesta segunda-feira por especialistas acusa a TEPCO, a operadora de Fukushima, e o governo japonês de superestimar a segurança da usina, o que originou a resposta ineficiente ao terremoto e ao tsunami que atingiram o país em março de 2011.
''A empresa e os órgãos reguladores estavam muito confiantes e consideravam que eventos piores aos incluídos em suas estimativas não aconteceriam, por isso não foram conscientes de que as medidas para evitar o pior dos cenários apresentavam muitas falhas'', explicou o documento.
Foi por essa razão que o grupo de analistas criado pelo atual governo considera que TEPCO não respondeu adequadamente ao desastre de 11 de março, que inutilizou em Fukushima a refrigeração dos reatores e o abastecimento elétrico de emergência.
''A TEPCO disse que a perda de quase todas as fontes de eletricidade devido a um terremoto e um tsunami superou suas previsões. Mas isso aconteceu porque a empresa simplesmente decidiu não incluir este cenário dentro de suas hipóteses, baseando-se em um mito sem fundamento sobre a segurança'', analisou o relatório.
Este excesso de confiança, apontou o documento, fez com que os funcionários da TEPCO não tivessem treino suficiente para atuar e pensar de maneira mais flexível diante do ocorrido.
Os analistas sublinharam que isso provocou, por exemplo, que a injeção de água para o reator 3 fosse suspensa por mais de seis horas pois os técnicos o fecharam sem pensar antes na necessidade de criar um sistema de refrigeração alternativo.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados