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Teste | 01/03/2012 14:58

Os 10 carros que mais (e menos) utilizam materiais tóxicos

Pesquisa da ONG americana Ecology Center mostra que o Mitsubishi Outlander tem o maior nível de materiais potencialmente nocivos à saúde; Honda Civic é o menos tóxico

Getty Images

Mitsubishi Outlander

O Mitsubishi Outlander amargou o última lugar, com níveis altos de bromo e cromo no interior

São Paulo – Na hora de comprar um carro, você geralmente procura informações sobre a potência do veículo, a eficiência no consumo de combustível, o conforto interno, facilidade na revenda, acessórios e outras características alardeadas em anúncios automotivos. Mas em algum momento, você já se perguntou sobre o quão "tóxico" pode ser o veículo?

Pensando nisso, o Ecology Center, uma organização não-governamental nos EUA, analisou mais de 200 modelos de veículos vendidos no mercado americano para identificar o tipo e o nível de materiais químicos utilizados na fabricação dos quatro-rodas que podem apresentar riscos potenciais à saúde.

O estudo usou um sistema de raio-x de fluorescência para identificar gases liberados por produtos químicos aplicados em certas peças do carro, como o volante, painel, assentos e portas. Até mesmo o tal "cheiro de carro novo” pode ter origem tóxica, segundo a análise.

Foram encontrados materiais como bromo associado a retardantes de chama (BFRs), presença de PVC (policloreto de vinila); chumbo e outros metais pesados. De acordo com a pesquisa, esses produtos químicos constituem uma fonte de poluição do ar interior, e podem causar uma variedade de problemas de saúde no longo prazo, considerando que uma pessoa comum passa em média 90 minutos no carro diariamente.

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