Aguarde...
OperaçãoNavio Zumbi dos Palmares será entregue à Petrobras
DecisãoJustiça autoriza Petrobras a retomar obra do Comperj
ConcessãoCemig vai brigar na justiça por concessão de Jaguara
DecisãoANP determina estoques mínimos de combustível pela Petrobras
FiscalizaçãoANP faz maior operação contra combustível adulterado
São PauloRelação etanol/gasolina cedeu para 69,99%, diz Fipe
EnergiaGás de xisto pode ser alternativa para reduzir emissões?
ColetaRio quer selecionar 25% do lixo até 2016
ClimaNúmero de mortos por ciclone em Bangladesh sobe para 38
O trabalho das ONGs socioambientais na Amazônia já antecipava a importância de medidas urgentes para a redução do desmatamento e degradação florestal, reconhecido em 2007 pelo IV Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).
As entrevistas da pesquisadora com diretores e coordenadores de quatro organizações não-governamentais — além do ISA e do Ipam, o estudo tem como objeto o Instituto Centro de Vida (ICV) e Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) —, realizadas ao longo do ano de 2011, e a análise dos relatórios anuais delas desde 2000 mostram a evolução da temática das mudanças climáticas nas organizações, que levou essas entidades, que tinham atuações distintas, a adotarem a questão climática como pauta importante de sua agenda para a Amazônia.
Acusações sem fundamento
A pesquisa também derruba a hipótese de que a defesa da floresta tenha sido adotada por tais entidades apenas por se tratar de um “tema da moda”. Gabriela — que atuou entre 2004 e 2006 numa grande organização não-governamental transnacional e, depois disso, visitou diversas cidades, comunidades e projetos na Amazônia — afirma que a problemática é muito mais complexa que isso.
Ela envolve aspectos como aprendizado das organizações para desenvolver novas soluções para problemáticas socioambientais e estratégias para manter sua legitimidade perante outros atores sociais.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados