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Críticos acusam a Dow de associar sua marca aos jogos para fazer “greenwashing”, marketing verde de fachada. Polêmica, a presença da empresa entre os patrocinadores gerou reações de repulsa mesmo entre as pessoas mais envolvidas com as Olimpíadas. Meredith Alexander, membro do Comitê por uma Londres Sustentável, responsável por garantir que a organização dos Jogos siga preceitos éticos e de sustentabilidade, renunciou ao cargo em protesto. Outras empresas patrocinadoras, como a BP e a Rio Tinto também são alvo de críticas.
Medalhas olímpicas na mira
O ataque aos patrocinadores sobrou também para as icônicas medalhas olímpicas, cujo suprimento de metais foi feito pela Rio Tinto, outra empresa na mira dos ambientalistas. Com o slogan "Não deixe Rio Tinto manchar os Jogos Olímpicos", manifestantes e representantes sindicais afirmam que a gigante da mineração polui o ar e água com suas atividade ao redor do globo, colocando vidas em risco. Segundo o britânico Guardian, a empresa forneceu oito tonenaladas de ouro, prata e bronze para fazer cerca de 4,7 mil medalhas que serão usadas nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Londres.
Energia limpa: uma oportunidade desperdiçada
Em relatório recente, a organização de conservação global WWF apontou o baixo investimento energia renovável como uma das falhas na empreitada verde. Segundo a entidade, a organização do evento não cumpriu uma promessa feita em 2005, quando a cidade foi eleita sede das Olimpíadas, de garantir que pelo menos 20% da energia que supriria o parque olímpico viria de fontes de geração limpa instaladas em regiões próximas. No entanto, apenas 9% da energia produzida localmente será renovável.
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