Aguarde...
ChuvasInundações matam 120 pessoas no norte da Índia
ReaberturaJapão aprova requisitos de segurança para usinas nucleares
Ecodesign Lâmpada usa algas para iluminar ambientes
TragédiaSobe para 95 o número de mortos em inundações na Índia
AbaloTerremoto de magnitude 5,6 atinge costa central do Peru
GasesTecnologia brasileira transforma poluentes em nanotecnologia
ProjeçãoMercado global de smart grid deve dobrar até 2020
De graçaNova York ganha estações solares de recarga de celular
Lixão de Gramacho, no Rio de Janeiro, fechado em junho de 2012: evento na capital fluminense discutiu situação de catadores
Rio de Janeiro - A participação dos catadores de material reciclável na coleta seletiva e o envolvimento da população na separação do lixo estiveram no centro das discussões sobre a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, em evento ocorrido hoje (24) na capital fluminense. Catadores e empresários concordaram sobre a importância de se valorizar cada vez mais a coleta seletiva do lixo.
Um dos coordenadores do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) , Custódio da Silva, cobrou, durante os debates, um levantamento que identifique os catadores que trabalham nos 47 lixões ainda em funcionamento na região metropolitana do Rio e a urgência na contratação das cooperativas para a separação do lixo, aproveitando o material reciclável. "Queremos fazer o mesmo serviço que a prefeitura paga para as empresas privadas e que, segundo a lei, seria de nossa responsabilidade", disse.
Ele também falou sobre a atual situação dos catadores de lixões que foram fechados em vários municípios da região metropolitana como Belford Roxo, São Gonçalo, Niterói, Magé e em Campos dos Goytacazes, na região norte. Nesses locais, segundo Silva, os catadores ficaram sem perspectiva de emprego e renda, contrariando o que diz a legislação no caso do fechamento das unidades.
O diretor executivo do Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre), André Vilhena, defendeu a diminuição de impostos sobre produtos recicláveis. Segundo ele, isso incentivaria o consumo consciente e a aplicação de mais recursos em tecnologia e na logística reversa (recolhimento pela empresa do produto descartado). "Devíamos praticamente zerar impostos federais", disse.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados