Aguarde...
MineraçãoNovo marco prevê leilões para grandes e pequenas empresas
Energia elétricaMME divulga as regras do leilão A-5 de 2013 da Aneel
PetróleoPetrobras tem combustível para 11 dias sem reduzir estoque
PreçosEnergia negociada na Brix sobe 60% em maio a R$377,2/MWh
RelatórioReservas de petróleo do Brasil crescem 2% em 2012, diz BP
CrescimentoBrasil deve recuperar produção de petróleo, prevê AIE
EnergiaAIE mostra redução de demanda por combustíveis no Brasil
TransmissãoEletrobras entrega proposta de indenização até outubro
EletricidadeAES Eletropaulo tem taxa inédita de perda abaixo de 10%
EnergiaAneel aprova edital para leilão de transmissão de julho
Diesel e gasolina: apesar dos dois reajustes consecutivos, o preço do diesel continua desafasado em relação ao praticado nos Estados Unidos
Rio de Janeiro - A Petrobras reajustará o preço do diesel em 6 por cento nas refinarias a partir da próxima segunda-feira (16), em um movimento para reduzir a defasagem do combustível em relação ao mercado internacional.
O aumento do diesel estimado ao consumidor final será de cerca de 4 por cento, afirmou a estatal em comunicado nesta quinta-feira, sem explicar a razão de o percentual nas bombas ser inferior ao das refinarias.
"Esse reajuste foi definido levando em consideração a política de preços da companhia, que busca alinhar o preço dos derivados aos valores praticados no mercado internacional em uma perspectiva de médio e longo prazo", disse a Petrobras.
É o segundo reajuste do diesel no Brasil em menos de um mês. Em 22 de junho, a Petrobras anunciara um aumento de quase 4 por cento no valor do diesel e de 7,83 por cento no preço da gasolina nas refinarias, medida que passou a valer em 25 de junho.
Na ocasião, o governo federal decidiu reduzir a zero as alíquotas da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) incidente no diesel e na gasolina para neutralizar os impactos dos aumentos para o consumidor final.
Apesar dos dois reajustes consecutivos, o preço do diesel continua desafasado em relação ao praticado nos Estados Unidos, de acordo com o Centro Brasileiro de Infraestrutura.
A Petrobras informou no fim de junho que buscaria paridade de preços dos combustíveis entre o mercado doméstico e o internacional nos próximos anos para reforçar seu caixa e impulsionar seus investimentos.
A área de abastecimento da estatal tem registrado grandes perdas nos últimos trimestres, com as importações de gasolina a valores mais altos subindo vertiginosamente para atender ao mercado nacional, enquanto os preços dos combustíveis estavam mantidos no país para controle da inflação a pedido do acionista controlador da Petrobras, o governo federal.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados