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Experiências | 07/03/2012 12:34

Viagens de incentivo se aperfeiçoam, mas têm dificuldades

Empresas utilizam a ferramenta para envolver os colaboradores e reforçar conceitos importantes

Cláudio Martins, do

Divulgação

Pessoas pintando parede

Viagens promovem experiências inesquecíveis para os funcionários

Rio de Janeiro - As viagens de incentivo têm ganhado importância na estratégia de marcas como Matte Leão, Itaú e Honda para engajar os colaboradores.

Mais do que oferecer um bem de consumo ou apenas um momento para relaxar, as empresas estão usando a ferramenta para estreitar o relacionamento com funcionários, clientes e distribuidores. A oportunidade também é aproveitada pelas companhias para proporcionar uma experiência capaz de ficar por muito tempo na memória dos colaboradores e reforçar conceitos importantes para as empresas.

Atualmente, esta modalidade de viagem está inserida em um mercado que movimentou R$ 25 bilhões em 2011 e deve faturar este ano R$ 28,8 bilhões, segundo estimativas dos Indicadores Econômicos de Viagens Corporativas.

Apesar do panorama, o setor apresenta certa dificuldade na mensuração exata da participação das viagens de incentivo neste valor e precisa de profissionalização, principalmente no que se refere a roteiros turísticos nacionais.

O mercado também está passando por algumas mudanças nos últimos anos. “Antigamente, a maior demanda do setor era de viagens ‘de puro incentivo’, onde predominava o entretenimento.

Hoje, vemos um crescimento de modelos híbridos, nos quais há uma parte lúdica junto ao programa de convenções de vendas ou eventos semelhantes”, explica Fernando Russo, Diretor Geral da Personal Traveler (Pertra), agência especializada no serviço de viagens de incentivo, em entrevista ao Mundo do Marketing.

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