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Rebecca Black: "sucesso" com pior música rendeu à cantora US$ 27 mil por semana com publicidade
São Paulo - Não é novidade que o Twitter de Kaká tenha 500 mil seguidores a mais que o de Luciano Huck, com 2,9 milhão de pessoas. Mas a relevância e o ranking de popularidade na rede social vem se alterando.
Desde novembro, o Top 10 é formado por Ivete Sangalo (2,3 milhão de seguidores), Rafinha Bastos (1,9 milhão), Pânico (1,88 milhão), Mano Menezes (1,80 milhão), Fantástico (1,77 milhão), Marco Luque (1,72 milhão), Claudia Leitte (1,72 milhão) e Sabrina Sato (1,71 milhão).
A única arrancada recente é a do Twitter de Ronaldo Fenômeno (@ClaroRonaldo), prestes a entrar no ranking dos dez mais. Ultrapassou os perfis de William Bonner e Marcelo Tas e está em décimo primeiro lugar na disputa com 1,5 milhão de seguidores. Rafinha Bastos nem se constrange em cobrar das marcas para citá-las no microblog e chega a cobrar até US$ 4 mil por tuíte patrocinado.
Até as produtoras de vídeo já estão faturando no meio web com virais que revelam fenômenos como Rebecca Black, com a “pior música do mundo”. A teen californiana de 13 anos que gravou “Friday” bateu recorde de 100 milhões de visualizações no YouTube em um mês com um vídeo de baixo orçamento, na produtora Ark Music Factory, por apenas US$ 4 mil (cerca de R$ 6.400).
Resultado da brincadeira: Black faturou US$ 27 mil por semana com publicidade, vendas no YouTube e ringtones. Só com as visualizações foram US$ 100 mil (cerca de R$ 160 mil).
Com informações do Radar On Line e Folha de S.Paulo.
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