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E-commerce | 19/04/2012 11:13

Sites de leilões enfrentam desafio da credibilidade

Empresas como Mukirana, Leilão Vip e Centavando adotam ações para vencer a descrença do consumidor nos portais, devido ao crescimento da concorrência

Cláudio Martins, do

Stock.Xchange

Martelo da Justiça

Segundo o ranking do site Alexa, existem quase 50 sites de leilão online no mercado

São Paulo - Os sites de leilões online nem chegaram a virar febre no Brasil e já enfrentam o desafio de conquistar a confiança do consumidor. Também conhecido como leilões reversos ou de centavos, a modalidade passou a atuar no país por volta de 2008, mas apenas em 2010 a categoria começou a se expandir.

Hoje, segundo o ranking do site Alexa, existem quase 50 players neste mercado e, embora o crescimento da concorrência tenha fomentado o setor, a facilidade de montar este tipo de negócio trouxe muitos empreendedores despreparados. Para sites como Mukirana, Leilão Vip e Centavando, o mais acessado no Brasil, o principal desafio em pauta é ter credibilidade.

A atividade é baseada no conceito “Entertaining Shopping”, que une o aspecto lúdico ao ato de comprar. Para as empresas, a receita é gerada a partir da venda de pacotes de lances, que permitem aos consumidores participarem dos leilões. Entre as categorias mais procuradas pelos internautas, os produtos de informática, como notebooks, videogames e computadores lideram com 56% das intenções de compra dos consumidores que visitam os sites de leilões online.

A informação é do levantamento realizado pelo Mukirana com 400 mil consumidores cadastrados em portais de leilões virtuais. Ainda segundo a pesquisa, 72% do público que frequenta estes sites é do sexo masculino, geralmente interessado em adquirir produtos de informática, games e eletrônicos. Já as mulheres, que representam 28%, buscam ofertas relacionadas a categorias como beleza e saúde, esporte e lazer.

Parcerias para aumentar a distribuição

Criado em 2009, o Mukirana conta hoje com 400 mil usuários cadastrados e experimentou dois picos de crescimento. “O primeiro foi entre o fim de 2010 e o início de 2011 e o outro, no segundo semestre do ano passado. Hoje, estamos em um momento de estabilização de crescimento”, diz Carlos Barros, sócio-fundador do Muquirana.

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