São Paulo - Após reunião em sua sede, no Rio de janeiro, o Conar decidiu suspender as propagandas das marcas Gelol e Itaipava, além de um anúncio do Motel Panda, que tinha Nana Gouvêa como garota propaganda .

No primeiro caso, de acordo com o Conselho de Ética, o grande problema é o target. Um anúncio impresso mostra bebês, com menos de um ano, que caem ao aprender a andar. A mensagem diz: “é com os tombos que a gente aprende, cresce e evolui na vida. Não basta ser remédio, tem que ser Gelol". Acontece que o uso do produto não é recomendável para crianças com menos de dois anos de idade. O resultado da decisão foi a sustação por unanimidade.

Já no caso da Itaipava, a propaganda foi sustada por maioria de votos. A marca utilizou em sua mensagem o slogan: "Itaipava Light. 25% menos calorias. 22% menos álcool*. 100% cerveja". Entretanto, para o orgão, não ficou evidente sobra qual produto a Itaipava Light estava sendo comparada. Este anúncio foi veiculado em mídia exterior, como shoppings, pontos de ônibus, outdoors e aeroportos.

No mesmo dia, o Conar também decidiu vetar um outdoor do Motel Panda. O anúncio mostrava um ursinho de pelúcia e a Nana Gouvea dividindo a cama. A propaganda foi vetada por “misturar simbologia infantil com apelo sensual”. A garota-propaganda da peça em questão soltou o verbo nas redes sociais. “Eu não acho que bichinho de pelúcia seja artigo de exclusividade infantil. Eu adoro bichinhos de pelúcia. E qual é a mulher adulta que não se derrete toda ao ganhar um?”, desabafou Nana Gouvêa.

Tópicos: Anúncios, Conar, Itaipava