São Paulo - Em muitas partes do mundo, a desigualdade de gênero ainda é um problema. As mulheres não têm sálarios adequados, posições em seus empregos dignas de sua competência, educação e saúde. Pensando nisso, Christopher Hunt , da Ogilvy & Mather de Dubai, em parceria com a ONU Mulheres, desenvolveu anúncios... Diferentes.

As peças mostram o que o recurso autocompletar exibe quando a busca do Google é usada para buscar termos como "as mulheres precisam", "as mulheres devem" e "as mulheres não podem", revelando as opiniões repugnantes que as pessoas ao redor do mundo têm sobre o sexo feminino.

Em "as mulheres devem", por exemplo, o Google - cujo recurso autocompletar funciona baseado em buscas reais - exibe como sugestões de complementos "as mulheres devem ficar em casa", "as mulheres devem ser escravas", entre outros impropérios.

Abaixo do quadro que representa a busca do Google - que aliás, fica posicionado sobre a boca de uma mulher, dando um tom de censura à peça -, o anúncio mostra a que veio com a frase: "As mulheres devem ter o direito de tomar suas própriasdecisões".

Tópicos: Anúncios, Google, Empresas, Tecnologia da informação, Empresas americanas, Empresas de tecnologia, Empresas de internet, Internet, Mulheres