Aguarde...
Direção App mostra apelo de família com excesso de velocidade
QuedaPetrobras cai em lista de marcas mais valiosas
Vencedor? Destino de boxeador surpreende internautas em vídeo da Sadia
GafeTrip Advisor põe Buenos Aires no Brasil em ranking oficial
Campanha Dumb Ways to Die vira jogo
Diferenças Coca-Cola liga hindus e muçulmanos por Small World Machines
LeituraCompanhia aérea lança livros que são lidos no tempo do voo
PatrocínioCorinthians ganha na justiça e volta a receber da Caixa
Copas Os produtos licenciados das Copas que já entraram em campo
Viral Vídeo de amante pulando da janela era ação do Discovery
A marca e o consumidor
Entre os fatores que definem o Newism, seis ganham destaque de acordo com a trendwatching.com. O primeiro deles é a “Destruição Criativa”, que aponta para um mercado mais inventivo e inovador, apesar das recessões econômicas enfrentadas por diversos países. De acordo com a Organização Mundial da Propriedade Intelectual, em 2010 foram registradas duas milhões de patentes, o que demonstra que a criação tem superado a “destruição” ou neutralidade do mercado.
Nesse cenário, marcas que se atualizarem e, simultaneamente, mantiverem a essência terão espaço. A Chilli Beans é um case de sucesso ao entender quem é seu consumidor e o que ele busca. “A marca tem um entendimento bom do calor do mercado. Não é apenas lançar óculos escuros, mas compreender, por exemplo, que está em voga óculos de leitura e lançar modelos estilizados. Existe uma capacidade de deslocamento que permite a ela tomar direções sem perder a credibilidade. Nesse ponto, as marcas de luxo pecam”, indica a executiva.
A segunda diretriz para entender o chamado “Novismo” é o FSTR. (ou faster). Os destaques neste caso são para fenômenos como o Instagram, que em menos de um dia arrematou 10 milhões de usuários, ou o Draw Something, com 35 milhões de usuários em seis semanas. “Existe uma velocidade de viralização muito chocante. A rede é como um fluxo de um rio, interminável”, avalia Luciana.
As experiências acumuladas
Como não basta apenas consumir, a “Acumulação de Experiência” entra como quarto ponto para demarcar o território do Newism. Intrinsicamente ligado a países em plena expansão econômica, o importante não é apenas comprar, é preciso que qualquer forma de consumo seja passível de compartilhamento. “Não é comprar o carro ou o relógio certos e da moda, é ter mais histórias para contar. As pessoas querem colecionar vivências e isso é cada vez mais um signo de prestígio social”, explica a Head da trendwatching.com.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados