Aguarde...
Guerra nas estrelasLego apresenta réplica em tamanho real de nave de Star Wars
Produção Heineken utiliza Vine para replays da final da Champions
Música eletrônica Daft Punk usa carro de F1 da Lotus para lançar novo álbum
Games Campanha para Call of Duty vence prêmio de marketing nos EUA
Importância Bradesco Seguros lança anúncio interativo para iPad
Comercial Subway faz comunicado para quem "não manda bem em nada"
Rede socialTwitter lança anúncio capaz de coletar dados
Comerciais O que tem no seu hot dog
Seletiva Cancela de estacionamento só abre para motoristas sóbrios
EmbalagemLogo da Pepsi nas novas latas de Coca-Cola circula pela web
Inovação: ao ativar a marca por meio da co-criação de sabores com seu público, a Ruffles foi exemplo de entendimento do Newism
Rio de Janeiro - Cada vez mais o consumidor procura serviços e produtos inovadores e geradores de experiências em seu cotidiano. Essa busca incessante pelo novo foi definida pela empresa de tendências trendwatching.com como Newism, conceito que une a paixão pela busca de novidades com um estado exploratório contínuo. Para se adaptar a esse “Novismo”, as marcas têm pela frente o desafio de entender e atender os desejos no tempo certo, o que nem sempre é fácil.
Mais do que uma tendência ou fase, o Newism é uma característica do mundo contemporâneo, que encontra repercussão maior em países emergentes como o Brasil, onde as novas possibilidades de consumir mudaram a forma de chegar aos produtos e dialogar com as empresas. Desde experimentar sabores diferentes de sorvete até programar a próxima viagem, o que se quer é um novo futuro e estilo de vida. O tema será, inclusive, debatido no dia 13 de agosto em São Paulo, durante o Seminário de Tendências de Consumo.
Um dos riscos das marcas nesse processo de diálogo com os consumidores é cair na armadilha da falsa-novidade. “É como ir a um restaurante em que está escrito ‘sob nova direção’ e não ter nada de diferente ou a propaganda dizer que o produto mudou completamente e na verdade só a cor alterou. Confunde-se novidade com real inovação e poucos de fato trazem coisas novas”, afirma Luciana Stein, head na América Latina da trendwatching.com..
Outro perigo é a incompreensão das empresas de que nem sempre é necessário lançar produtos a todo o momento, mas nos já existentes gerar canais para novas situações e criar oportunidades para os consumidores dialogarem entre si. O mundo, segundo a trendwatching.com, não quer estratégias como as usadas pela Apple no passado de lançar modelos de iPods a cada semana. “Não é mais uma saga enlouquecida. Apesar do surgimento de uma nova classe média no Brasil, que quer comprar cada vez mais, ela também quer usufruir de experiências e as marcas têm de propor isso a elas”, esclarece Luciana.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados