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Projeto do JK Iguatemi: Shopping recém-inaugurado é exemplo de como o investimento de marcas estrangeiras tem crescido
Rio de Janeiro - Pela primeira vez, o Brasil desponta como potencial mercado de luxo no mundo. Marcas nacionais e internacionais vêm investindo em lojas físicas no país de olho no crescimento econômico. Um exemplo é o recém inaugurado shopping JK Iguatemi, em São Paulo, que reúne lojas de marcas como Prada, Carolina Herrera, Chanel, Calvin Klein, Dolce & Gabanna, Channel e Gucci.
O JK Iguatemi nasceu com a proposta de atrair a atenção dos clientes em potencial de alto padrão, cada vez mais propensos a gastar. Para isso, o shopping foi construído com uma proposta diferente, com as lojas de padrão mais alto no térreo, com grifes nacionais como Amsterdan Sauer, H.Stern e Vivara. “É como se fosse uma pirâmide de Maslow invertida, onde os primeiros pisos são ocupados pelas marcas de alto luxo, que estão ingressando no Brasil de forma pesada. Isso mostra que o país é um foco em potencial para essas companhias”, explica Paulo Al-Assal, Diretor-Geral da Voltage e especialista em tendências, em entrevista ao
Mundo do Marketing.
A expectativa, segundo dados do Fundo Monetário Internacional, é que o Brasil se torne a quinta maior economia do mundo, à frente da França e da Alemanha. Segundo o estudo Brazil Market, coordenado pela agência Voltage em parceria com a inglesa The Future Laboratory, o crescimento econômico brasileiro atingiu a marca de 7,5% em 2010 e, até agora, já chegou a 3,5%, ultrapassando o Reino Unido. O Brasil conta atualmente com 50 bilionários e cerca de 155 mil milionários. Esse aumento na renda vem movimentando o mercado de luxo.
Entendimento do consumidor
O bom desempenho das marcas no Brasil, no entanto, depende do entendimento de que o consumidor brasileiro é diferente do de mercados mais amadurecidos. O mercado de luxo brasileiro aponta características próprias diferentes de outros países e que devem ser observadas pelas marcas. Enquanto nos Estados Unidos e Europa esse público está mais interessado em valores ligados a heranças ou questões históricas ou de arte, no Brasil, o interesse maior está ligado ao status e à ostentação. “O grande erro que muitas marcas cometem quando vêm para o Brasil é não observar essa diferença. O brasileiro busca mais esse brilho, o prestígio. São tipos diferentes de luxo, mas o que posso dizer é que esse mercado no Brasil ainda tem muito para crescer”, diz Al-Assal.
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