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Pesquisa da Nielsen mostra que maioria da população nacional alega que a situação financeira é excelente ou boa
Rio de Janeiro - O Brasil é o quinto país mais confiante na sua economia, à frente da China (108) e dos Estados Unidos (105), com um índice de 112 pontos. É o que aponta a pesquisa da Nielsen com mais de 28 mil entrevistados com acesso à internet em 56 países. Os níveis de confiança do consumidor acima ou abaixo de uma base de 100 indicam os graus de otimismo e pessimismo da população.
O país está acima da média da América Latina, que alcançou 98 pontos, e os resultados do quarto trimestre de 2011 repetem o do terceiro, quando o Brasil atingiu 112 pontos e ocupou a quarta posição no ranking mundial. Quando se trata das finanças pessoas para 2012, os consumidores latino-americanos são mais confiantes entre todos os entrevistados, 66% classificam suas perspectivas como boas ou excelentes para este ano.
No Brasil, 80% alegam que sua situação financeira é excelente ou boa, em contrapartida, os chilenos e os argentinos são os mais pessimistas e afirmam que suas finanças estão ruins ou não tão boas, com índices de 46% e 44%, respectivamente. No mundo, um pouco mais da metade considera suas finanças como boas ou excelentes (52%).
Já em relação às perspectivas de trabalho para 2012, o Brasil permanece acima da média da América Latina (48%), com 71% que acreditam em uma boa ou excelente percepção para os próximos 12 meses. Quando se trata do modo de utilização dos recursos excedentes, os latino-americanos dizem que em primeiro lugar vem a aplicação do dinheiro em poupança, para 37% dos consumidores, e quitação de dívidas, também com 37%.
Diferente de outros países da região, o entretenimento fora de casa está em primeiro lugar na lista dos brasileiros, com 39%. Em segundo lugar está quitar dívidas (35%) e em seguida investir em poupança (32%). Na quinta posição aparece viagens/férias (18%).
Estabilidade de emprego segue como a principal preocupação entre os latino-americanos (16%) e, em segundo lugar, o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal (13%), seguido pela situação da economia (11%). Para os brasileiros, o equilíbrio entre o profissional e o pessoal é apontado como a principal preocupação (18%). Aparece ainda a preocupação com a saúde (11%) e o temor do endividamento (11%).
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