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Sete das dez marcas mais conhecidas são de empresas associadas à tecnologia
A Apple se manteve como marca mais valiosa do mundo ao longo do ano passado, quando empresas do setor de tecnologia dominaram o ranking, de acordo com estudo publicado nesta terça-feira. A Petrobras é única brasileira na lista das 100 maiores, ocupando a 75a posição, com valor de 10,5 bilhões de dólares.
O valor da marca Apple subiu 19 por cento no ano passado, para 183 bilhões de dólares, ou 37 por cento de seu valor de mercado, de acordo com o BrandZ, estudo anual sobre as marcas mais conhecidas realizado pela companhia de pesquisas de mercado Millward Brown.
O Facebook, com valor de mercado de 82 bilhões de dólares após a oferta pública inicial de ações na semana passada, teve a mais alta ascensão entre os 100 primeiros colocados, com salto de 74 por cento no valor de marca, para 33,2 bilhões de dólares, o que deixou a rede social em 19o lugar.
Sete das dez marcas mais conhecidas são de empresas associadas à tecnologia, embora McDonald's e Coca-Cola tenham se mantido respectivamente em quarto e sexto lugares.
O diretor-executivo da consultoria responsável pela pesquisa, Nick Cooper, disse que a força das marcas é um indicador do papel central e transformador que a tecnologia desempenha na vida contemporânea.
"(A tecnologia) é onipresente, e há muito entusiasmo e novidades. É nesse o ramo em que tudo acontece, o que tende não só a aumentar a demanda e melhorar o desempenho financeiro como a ampliar o papel da marca", afirmou Cooper.
A Millward Brown, parte do grupo publicitário mundial WPP, considera o valor financeiro da companhia ou da parte dele que responde pela marca e combina esse cálculo à capacidade da marca de gerar fidelidade.
Marcas de tecnologia corporativa também ocuparam posições importantes na lista, com a IBM trocando de posição com o Google e subindo ao segundo posto, enquanto a Microsoft manteve o quinto lugar.
Brasil
"Uma de cada cinco marcas do BrandZ de 2012 veio de países emergentes, mas o valor total dessas marcas caíu pela primeira vez, levemente, para 330,8 bilhões de dólares, por causa do desaquecimento na China e no Brasil", afirmou o estudo.
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