Aguarde...
Para clientesVivo disponibiliza conteúdos sobre Ayrton Senna
PromoçãoHoteis.com dá desconto para reservas no exterior
CompetiçãoAlgar promove relacionamento no Circuito Stock Car
LondresP&G cria embalagens comemorativas para Olimpíadas
PatrocínioCorinthians fecha com o Magazine Luiza para jogo contra o Vasco
Whisky Johnnie Walker inaugura lounge em São Paulo
EstratégiaFranquias crescem no Nordeste e atraem empresas
MídiaEntrevista com Brad Pitt ganha preço: até 3 mil dólares
Frutos do marPão de Açúcar vende congelados Vivenda do Camarão
São Paulo - Após mais de 100 mil unidades vendidas em dois anos, as chamadas pulseiras quânticas, que prometem melhorias no "equilíbrio", terão suas propagandas restritas. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publica hoje notificação às empresas que vendem o produto, proibindo menção às supostas qualidades terapêuticas.
Segundo a agência, por não ser um produto registrado, ele não pode ser vendido com a proposta de melhorar a saúde. No entanto, uma rápida pesquisa na internet leva a páginas que prometem efeitos como maior estabilidade, facilidade de circulação e alívio da dor. O desrespeito à proibição pode levar a multa de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão.
Entre os garotos-propaganda da pulseira está o piloto de Fórmula 1 Rubens Barrichello. No site da Power Balance nos Estados Unidos há um depoimento dele exaltando os efeitos do produto em sua performance como piloto. Com um custo que pode variar de R$ 159 a R$ 1,2 mil, a pulseira leva em seu centro um holograma eletromagnético. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Leia mais notícias sobre Publicidade
Siga as notícias do site EXAME sobre Marketing no Twitter
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação