Aguarde...
Direção App mostra apelo de família com excesso de velocidade
QuedaPetrobras cai em lista de marcas mais valiosas
Vencedor? Destino de boxeador surpreende internautas em vídeo da Sadia
GafeTrip Advisor põe Buenos Aires no Brasil em ranking oficial
Campanha Dumb Ways to Die vira jogo
Diferenças Coca-Cola liga hindus e muçulmanos por Small World Machines
LeituraCompanhia aérea lança livros que são lidos no tempo do voo
PatrocínioCorinthians ganha na justiça e volta a receber da Caixa
Copas Os produtos licenciados das Copas que já entraram em campo
Viral Vídeo de amante pulando da janela era ação do Discovery
São Paulo - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária decidiu não restringir os horários para a propaganda de produtos alimentícios infantis que tenham altos teores de açúcar, gorduras e sódio. Também não vai limitar a publicidade de bebidas de baixo teor nutricional, como refrigerantes. Deverá manter, no entanto, alertas sobre os riscos à saúde desses produtos.
Em 2006, a agência havia proposto, por meio de consulta pública, que os comerciais dos alimentos com essas características só pudessem ser veiculados das 21 horas às 6 horas, período em que, supostamente, não haveria público infantil. Também chegou a debater a proibição dos anúncios dos alimentos açucarados e gordurosos ou com muito sódio em programas diretamente voltados para as crianças.
Agora, segundo técnico do órgão, a ideia é fazer normas para obrigar a veiculação de alertas sobre os riscos de produtos com essas características, sem focar no público infantil. A proposta deverá passar pela diretoria colegiada da agência ainda neste ano.
Segundo a reportagem apurou, a mudança de posição, que atende reivindicação da indústria alimentícia, decorre do fracasso da Anvisa em tentativas de fazer restrições semelhantes, como a da proposta de limitação de horário para a propaganda de cerveja, criticada depois por parecer da Advocacia-Geral da União (AGU).
A mudança de posição revoltou ontem entidades que defendem a proteção das crianças do apelo de produtos que podem fazer mal à saúde. "Apesar de afirmarem que os alertas serão mantidos, a criança não tem condições de fazer uma análise crítica da mensagem comercial inserida nesses produtos", afirma a coordenadora-geral do Projeto Criança e Consumo do Instituto Alana, Isabella Henriques. Procurada, a Anvisa não quis se manifestar, assim como a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados