Aguarde...
Campanha Starbucks Coffee Perfection
Humor Humorista Paulo Tiefenthaler faz websérie para Orloff
CannesBrasil emplaca 106 finalistas no shortlist de Outdoor
PrêmiosBrasil leva 26 Leões no primeiro dia do Festival de Cannes
CannesAfrica e Ogilvy são destaques no shortlist de mídia
FestivalBrasil lidera shortlist de impresso no Cannes Lion
Comercial Lew’Lara\TBWA cria nova campanha para a Friboi
Luxo Burberry faz parceria com Google para enviar beijos digitais
CannesBrasileiros falam sobre os estrangeiros na publicidade
Cannes Coca-Cola emociona o Palais relembrando trabalhos clássicos
Game Pepsi Invaders, criado pela Coca-Cola: a projeção é que os advergames movimentem mais de US$ 7,2 bilhões
São Paulo – Sucesso em redes sociais e dispositivos móveis, os jogos para internet conquistam cada vez mais espaço no Brasil. Com o crescimento de jogadores casuais, surge também games que permitem criar uma nova conexão entre consumidor e marca.
Em ampla ascensão no Brasil desde o início dos anos 2000, os advergames (união de advertisement, publicidade em inglês, e games) giram um nicho de mercado que movimentou mais de US$ 3 bilhões em 2011.
“No Brasil temos a proporção de 20 casual gamers para cada um hard core gamer. [Advergame] É um mercado que tem uma projeção para 2016 de capitalizar mais de US$ 7,2 bilhões”, afirma Mitikazu Lisboa, diretor da desenvolvedora de games Hive Digital.
Segundo Lisboa, em média cada game desenvolvido fica ativo durante três meses, mas pode durar mais tempo se a empresa mantiver um investimento no projeto. Atualmente, cada jogador passa em média 1,2 minuto em um advergame e visita o aplicativo 1,7 vez.
Os números, no entanto, não representam necessariamente um baixo aproveitamento da plataforma. De acordo com os especialistas, 5% das ações são eficientes, o restante da porcentagem fica a critério da qualidade do jogo.
“Quando o advergame é levado a sério e há uma estratégia bem desenhada, o resultado pode ser muito interessante. Por exemplo, a empresa pode atingir a milhões de usuários e causar mais impacto do que utilizar um banner na internet”, argumenta Túlio Soria, CEO da desenvolvedora de software Mother Gaia.
Novas mídias
Esta opção pelo game publicitário, no entanto, não é recente. Na década de 1980 empresas aderiram a esse formato com games desenvolvidos inclusive para consoles.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados