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Mobile marketing: começar é "para ontem", acredita Paul Gelb
São Paulo - O Brasil já tem 253 milhões de celulares, o que representa uma média de 1,29 linhas por habitante, de acordo com dados de 2012 da Anatel.
Além de mostrar que a classe C entrou em peso nas funcionalidades da plataforma mobile, esses números também demonstram um potecial de markerting em franca expansão.
Paul Gelb, vice-presidente e fundador da área de mobile da Razorfish, acredita que em até 10 anos, o marketing em smartphones e tablets será responsável pela maior fatia do bolo publicitário, ultrapassando até mesmo TV e internet.
Abaixo, veja 5 dicas de Gelb para quem quer começar as atividades na plataforma.
1 Esteja bem acompanhado
Tenha certeza de que você tem um time capacitado e os talentos certos para trabalhar em projetos mobile internamente e em parceria com a agência.
"Mobile é uma coisa nova. O time que trabalhará nessa plataforma deve ter personalidade, expertises e conhecimento em diferentes áreas", diz Paul Gelb.
2 Observe a estrutura de sua empresa
Olhe para todos os lados de sua organização e tenha certeza de que você tem uma estrutura que comporta as novas atividades ou/e os recursos suficientes para modificar, adaptar e ampliar o que for preciso. Leve em conta todas as potenciais oportunidades.
"Mobile toca em muitas áreas diferentes do negócio. Se você é um varegista, pense em qual vai ser o objetivo do mobile dentro das lojas, no marketing e na administração do relacionamento com os consumidores, por exemplo".
3 Tenha foco nas pessoas, não na tecnologia
"É importante perceber que algumas coisas mudam e outras não. Algo que jamais deveria mudar é a maneira como você resolve um problema, e que deveria sempre começar com insights dos consumidores", diz Paul Gelb.
"O que, de fato, os consumidores precisam? Que benefócio você estará levando a eles? Qual é o objetivo de seu negócio e o que você está realmente tentando comunicar?
Encontre um caminho pelo qual o mobile seja voltado unicamente a essas questões. A atividade da marca em mobile não deve começar por causa da tecnologia, mas com o uso da tecnologia, por causa das pessoas.
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