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Olimpíadas: veja 10 comerciais matadores sobre os Jogos. Marcas patrocinadoras (ou não, como a Nike) investiram pesado em filmes emotivos, engraçados e surpreendentes.
McDonald's e Coca-Cola: eles torraram mais de 1 bilhão de libras nos Jogos Olímpicos - e são odiados em Londres e no resto do país. Para os cartolas olímpicos, porém, não há motivo para tanto.
Ibope: veja quem foram os 30 maiores anunciantes do semestre. Na duas primeiras posições, nada de novo. Casas Bahia lidera investimentos, seguida por Unilever. Já o terceiro lugar, agora é da Caixa. A marca, antes na sétima posição, desbancou a cervejaria Ambev.
Adidas: patrocinadora oficial das Olimpíadas, a marca surpreendeu britânicos com a visita de um dos maiores ídolos da torcida inglesa, David Beckham, em uma cabine de fotos. Veja a ação.
Já a Nike, rival da Adidas, resolveu dar um tapa de luva na concorrente e lançou um filme "anti-olímpico", valorizando o esforço dos atletas amadores e mostrando as "várias Londres" que existem pelo mundo. Fez sucesso.
Foursquare: seguindo os passos do Facebook, Twitter e do Tumblr, a rede social lançou seus primeiros anúncios pagos. Aproximadamente 20 anunciantes, entre pequenas e grandes empresas, estão participando dos testes.
Nokia: a ação viral "Perdi meu amor na Balada" não parece ter agradado muito o Conar e o Procon. Os órgãos estão investigando se a campanha violou direitos dos consumidores, já que não estava identificada como publicidade desde o início. No Procon, a multa pode variar de R$ 400 a R$ 6,5 milhões.
Mídias sociais: de acordo com o instituto de pesquisas Gartner Inc, a receita global das ações em redes sociais deve chegar a US$ 16,9 bilhões em 2012. O resultado representa um crescimento de 43,1% em relação ao ano anterior.
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