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Obras na Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco: o início das operações já foi adiado cinco vezes
Rio de Janeiro - A demissão de centenas de operários das obras da Refinaria Abreu e Lima ocorrida nesta segunda-feira, após uma greve deflagrada nas últimas semanas, pode atrasar ainda mais o cronograma de uma das principais obras da Petrobras.
A paralisação iniciada em 1o de agosto foi encerrada por ordem judicial. Ao voltarem para o trabalho nesta segunda-feira, os trabalhadores souberam que estavam demitidos, segundo o sindicato.
A greve deste mês foi somente mais uma registrada nas obras da Abreu e Lima. De acordo com uma fonte próxima à Petrobras, os protestos do último ano e meio paralisaram em pelo menos 60 dias as obras da Rnest, como também é chamada a Abreu e Lima.
E a retomada dos trabalhos após as greves, segundo a fonte que preferiu não ser identificada, ocorrem em ritmo mais lento, atrasando ainda mais os trabalhos.
O início das operações da Abreu e Lima já foi adiado cinco vezes. O cronograma inicial da refinaria, em construção no Estado de Pernambuco, previa a partida do primeiro trem de refino em novembro de 2011. Hoje, a previsão é de que a refinaria fique pronta somente em novembro de 2014, segundo a Petrobras.
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