Aguarde...
LiçõesPara Carlos Ghosn, da Renault-Nissan, errar é fundamental
ContrataçãoMais da metade das empresas brasileiras quer contratar
Gestão de Pessoas 8 empresas com horários flexíveis para os funcionários
Presidentes3 inspirações para a gestão, por Acácio Queiroz, da Chubb
Palavra de especialista“A estratégia é o sangue de uma empresa”, diz especialista
IdeiasRio de Janeiro receberá TEDGlobal em 2014
"Dream Team"Como construir a equipe dos sonhos para a inovação
Contratações Você tem o novo QI? Hoje, isso quer dizer "quem indica"
EntrevistaMalwee de cara nova - e contratando
Estratégia4 sugestões para evitar o "troca-troca" no alto escalão
São Paulo – Você já leu o título da matéria, então não adianta fazer suspense. Acredite, fornecer um carro novo para os executivos é o que mais pesa nos pacotes de benefícios oferecidos por empresas no Brasil, segundo pesquisa da consultoria Mercer, especializada em recursos humanos.
A pesquisa constatou que 86% das empresas oferecem um automóvel novo para o seu presidente. Na média, essas companhias desembolsam 174.000 reais com o veículo do presidente – o que equivale a uma Ranger Rover Evoque Dynamic ou uma BMW 325iA.
Já os vice-presidentes e diretores contam com verba para aquisição de carros em 83% das empresas entrevistadas. Neste caso, eles recebem, em média, 111.000 reais, o suficiente para adquirir um Honda CR-V EXL ou um Mitsubishi Outlander.
No nível dos gerentes sêniores, onde os carros passam a ser o benefício mais caro, as empresas pagam em média 79.500 por veículo. É o bastante para comprar um Ford Fusion SEL ou um Hyundai Elantra. Segundo a Mercer, 71% das empresas concedem esse benefício para esse nível hierárquico.
Que previdência privada, o quê?
O estudo avaliou 415 companhias que operam no país, tanto de capital brasileiro, quanto subsidiárias de multinacionais, e o que constatou é que, a partir do nível gerencial, o carro ganha cada vez mais peso no pacote de benefícios – a ponto de se tornar o principal gasto, no topo da pirâmide corporativa.
O item é uma das armas das empresas para seduzir e manter talentos. A preponderância começa no nível da gerência sênior, onde o veículo novo representa 34% do valor dos benefícios pagos. Em segundo lugar, nesse nível, fica a assistência médica, com 26%.
Para vice-presidente e diretores, o peso é ainda maior. Os carros representam 41% do valor dos benefícios pagos – enquanto os planos de previdência privada ficam em um distante segundo lugar, com 25%.
É no nível da presidência, que a distância é maior: um carro novo para o homem à frente da companhia consome 45% do pacote de benefícios, com a previdência privada pesando 32% e a assistência médica, 13%.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados