Aguarde...
FutebolSantos não pagará premiação a elenco em caso de título
Livros15 livros escritos por presidentes de empresas
TecnologiaPor que Facebook e Yahoo! querem dominar o mercado móvel
"Maquiagem"Coca-Cola é multada em R$ 460 mil por reduzir embalagem
LivroComo a cultura interfere nos lucros da empresa
Festa no aviãoTAM demite pilotos por foto de Latino na cabine
iClinicAplicativo torna gestão de consultórios mais inteligente
Dia das Mães 6 empresas que cuidam das mães com carinho
Tecnologia6 ideias para conquistar consumidores via celular e tablet
R$4,6miTST suspende multa milionária à Gol por demissões na Webjet
Warren Buffett: Berkshire Hathaway, holding de investimento do bilionário, está entre as empresas menos transparentes do mundo; primeiro lugar é do Bank of China
São Paulo - A ONG Transparency International publicou ontem um estudo com as empresas menos transparentes dentre as 105 maiores companhias de capital aberto. E o resultado não foi nada bom para gigantes como a belgo-brasileira AB Inbev, o site de compras Amazon, a holding de investimentos do megainvestidor Warren Buffett, a Berkshire Hathaway, além de medalhões da tecnologia como Google e Apple. Todas figuraram entre as 15 empresas com as informações mais nebulosas do mundo.
Para chegar à conclusão, a Transparency International analisou se as companhias abriam dados específicos sobre a operação de suas subsidiárias em diferentes países, se deixavam suas estruturas corporativas claras e se mantinham algum programa para prevenir a corrupção nos negócios. Em uma escala de 0 a 10, as notas mais baixas indicaram as empresas mais blindadas. Vale lembrar que todas têm ações negociadas em bolsa. Veja a lista completa:
| Empresa | Registro | Nota | |
|---|---|---|---|
| 1. | Bank of China (finanças) | China | 1.1 |
| 2. | Bank of Communications (finanças) | China | 1.7 |
| 3. | Honda (bens de consumo e serviços) | Japão | 1.9 |
| 4. | China Construction Bank (finanças) | China | 1.9 |
| 5. | Berkshire Hathaway (finanças) | Estados Unidos | 2.4 |
| 6. | Nippon Telegraph & Telephone (telecomunicações) | Japão | 2.6 |
| 7. | Amazon (bens de consumo e serviços) | Estados Unidos | 2.8 |
| 8. | Gazprom (óleo e gás) | Rússia | 2.8 |
| 9. | Toyota (bens de consumo e serviços) | Japão | 2.8 |
| 10. | AB InBev (bens de consumo e serviços) | Bélgica | 2.9 |
| 11. | Google (tecnologia) | Estados Unidos | 2.9 |
| 12. | Canon (indústria) | Japão | 3 |
| 13. | Commonwealth Bank (finanças) | Austrália | 3.1 |
| 14. | Bank of America Merrill Lynch (finanças) | Estados Unidos | 3.2 |
| 15. | Apple (tecnologia) | Estados Unidos | 3.2 |
Das 105 empresas analisadas, 74 têm operações no Brasil. Mas apenas oito disponibilizam as receitas obtidas no país e somente cinco divulgam o imposto de renda que pagam às autoridades brasileiras. Para a Transparency International, a constatação não deixa de preocupar: em um cenário globalizado, a falta de transparência dos fluxos financeiros pode acobertar práticas como lavagem de dinheiro e evasão fiscal. "Quando os padrões de propriedade são obscuros, as empresas podem fugir da responsabilidade pelas ações de suas subsidiárias", diz a ONG, em relatório.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados