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No Brasil, a área com maior incidência é o Amazonas, segundo o Ministério da Saúde
Brasília – Às vésperas de celebrar o Dia Internacional de Combate à Malária, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta os líderes que se não forem feitos investimentos intensos na tentativa de conter a doença, o êxito registrado nos últimos anos desaparecerá. A data é celebrada dia 25. A OMS estima que são necessários US$ 7 bilhões anuais, nos próximos quatro anos, para controlar a malária de forma eficiente.
A organização adverte, porém, que é necessário levantar mais recursos para chegar a esse montante. Por enquanto, segundo a entidade, só há à disposição o equivalente a US$ 2,4 bilhões por ano. Apesar das dificuldades, a OMS informou que houve queda de 25% dos casos no mundo e de 33% na África.
Para a organização, as ameaças aos progressos alcançados estão na resistência aos medicamentos, nas limitações financeiras e na falta de consciencialização sobre o problema. A malária pode ser evitada e tem cura.
A doença é causada por picadas de mosquitos infectados. No Brasil, a área com maior incidência é o Amazonas, segundo o Ministério da Saúde. Em 2008, 314,4 mil pessoas se infectaram e 67 morreram. O governo faz campanha permanente de prevenção à doença e dos cuidados com o tratamento. No caso do Brasil, as principais vítimas são adultos com mais de 20 anos.
No relatório anual da OMS sobre a malária, em 2010, a estimativa é que pelo menos 655 mil morreram no mundo em decorrência da doença. As principais vítimas são crianças e o continente mais afetado é a África.
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