S%26atilde;o Paulo - C2H6O. Quem n%26atilde;o faltou %26agrave;s aulas de qu%26iacute;mica talvez se recorde que essa %26eacute; a f%26oacute;rmula para o etanol. Sim, o mesmo %26aacute;lcool que move seu carro flex %26eacute; o que deixa bebidas de todo o mundo t%26atilde;o atraentes.

As sociedades %26ndash; e as culturas que delas floresceram %26ndash; criaram toda uma identidade gastron%26ocirc;mica baseada nos recursos naturais %26agrave; sua volta. Com as bebidas n%26atilde;o foi diferente. O hiato entre as levemente entorpecentes cervejas de cereais fermentados e os vinhos de envelhecimento complexo e mais refinado foi um salto de conhecimento entre eg%26iacute;pcios e sum%26eacute;rios a gregos e romanos. Os processos de destila%26ccedil;%26atilde;o foram somente o passo seguinte.

Mas n%26atilde;o foi somente na Eur%26aacute;sia que celebra%26ccedil;%26otilde;es e encontros eram marcados pelo %26aacute;lcool. No Peru, na Bol%26iacute;via e no Brasil, %26iacute;ndios j%26aacute; sabiam elaborar suas bebidinhas cerimoniais. Ao inv%26eacute;s de leveduras comuns, usavam a saliva para fermentar milho e mandioca.

Como nem sempre o resultado de tanta experimenta%26ccedil;%26atilde;o era bem sucedido, foi-se acrescentando temperos aqui e ali. Uma simples erva criou a vodca zubrowka, ameixas deram origem %26agrave; ginjinha e ao umeshu, am%26ecirc;ndoas perfumaram o vinho de mel mead. Sem saber, estava criada a coquetelaria.

Conhe%26ccedil;a agora algumas das bebidas mais representativas do universo et%26iacute;lico.

Tópicos: Setores, Gastronomia, Comida e bebida, Turismo