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Revista Closet, com as fotos de topless de Kate, entre outras publicações francesas
Paris - Um tribunal francês abriu investigação criminal, nesta terça-feira, a respeito das acusações de que fotógrafos e a revista Closer violaram a privacidade do príncipe britânico William e de sua mulher, a duquese de Cambridge, ao publicar fotos dela de topless.
Em um escândalo que enfureceu boa parte do público britânico e reacendeu um debate sobre as leis de privacidade e liberdade de imprensa, os advogados do casal real estão pedindo o pagamento de indenização da revista semanal francesa de fofocas de celebridades em consequência das cinco páginas com fotos de William e Kate, publicadas na sexta-feira.
O tribunal de Nanterre, perto de Paris, disse que vai investigar se há possibilidade de acusações criminais contra a Closer, que é de propriedade da editora italiana Mondadori, e contra o paparazzi que tirou as fotos da duquese à distância, enquanto ela tomava sol de topless com William em uma propriedade particular no sul da França.
O casal também iniciou um processo civil contra a Closer pelas fotos, que mostram a duquesa, antigamente conhecida como Kate Middleton, retirando a parte de cima do biquíni, relaxando numa cadeira de sol e, num determinado momento, abaixando a parte de baixo do biquíni.
O Palácio de Buckingham chamou a publicação das fotos de uma invasão "grotesca" à privacidade do casal real.
Os jornais britânicos, que tentam recuperar sua reputação após uma série de escândalos, concordaram em não publicar as imagens, assim como a edição britânica da revista Closer, que é administrada em separado, e condenaram as fotos.
O tabloide The Sun disse nesta terça-feira que o fotógrafo deveria ser procurado e preso.
Na segunda-feira, a editora do tabloide irlandês The Irish Daily Star suspendeu o editor do jornal por ter rompido um acordo com concorrentes irlandeses e britânicos e ter publicado as páginas da Closer com as fotos no sábado.
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