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O jogador de 25 anos Wayne Rooney, do Manchester United, antes e depois de fazer transplante capilar
São Paulo – Quando a pia, o ralo do banheiro, a fronha e outras partes da casa de um homem adulto passam a acumular mais cabelos do que o normal, soa o alarme da calvície. No espelho, o que era uma cabeleira farta dá lugar a fundas entradas ou até a um “descampado” mais acima.
Para disfarçar, alguns recorrem a estratégias temporárias, como deixar o cabelo restante crescer para jogá-lo por cima da falha (conhecido pela palavra inglesa “combover”), usar sprays com um pó que dá mais volume e diminui a impressão da calvície, ou recorrer à boa e velha peruca. Nos casos mais extremos, os transplantes capilares e a reconstrução do couro cabeludo são as opções. E nem adianta brincar que “é dos carecas que elas gostam mais”.
Isso porque o motivo principal que leva os homens a buscarem tratamentos é a vontade de parecer jovem novamente. Quem afirma é o cirurgião plástico especializado em microtransplante capilar, Alan Wells. “Basicamente, o paciente vem com o objetivo de melhorar a autoestima. Muita gente até gosta de ficar careca, mas a maioria não”, diz.
Preconceitos
De acordo com o médico, a cirurgia mais feita por homens nos Estados Unidos é a de transplante capilar, o que indica que a vaidade está superando preconceitos. No Brasil, o quadro não é tão avançado, mas Wells acredita que a mentalidade das pessoas em relação ao transplante está mais aberta.
“Há dez anos, nós poderíamos dizer que havia mais preconceito, mas hoje isso não acontece muito”, afirma. Tanto que vários famosos têm assumido que passaram pelo processo. Alguns exemplos são o jogador Wayne Rooney, do Manchester United, o apresentador Gugu Liberato e os atores Brendan Fraser e Marcos Pasquim.
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arthur luiz melo bezerra
O que esse tipo de matéria faz aqui?
02.02.2012 |
Erick Coser
O nível desse site está indo de mal a pior. Ao invés de cobrir NEGÓCIOS, parece que qualquer tipo de...
02.02.2012 | Ler comentário completo |