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Música | 24/06/2012 12:00

Morte de Michael Jackson completa 3 anos nesta segunda-feira

Após a morte de Michael, os quatro irmãos apareceram no reality show 'The Jacksons: The Family Dynasty'

Phil Walter/Getty Images

Michael Jackson

Michael Jackson: se completam três anos da morte de Michael Jackson, seus quatro de seus irmãos aproveitaram para render-lhe homenagem com uma série de shows através da banda The Jacksons

Los Angeles - Nesta segunda-feira, dia 25 de junho, se completam três anos da morte de Michael Jackson, momento que quatro de seus irmãos aproveitarão para render-lhe homenagem com uma série de shows através da banda The Jacksons.

The Jacksons - o grupo formado por Marlon, Jermaine, Tito e Jackie, membros de The Jackson 5 junto com Michael - fez na semana passada em Ontário (Canadá) uma turnê de shows denominada Unity Tour 2012, que acabará no dia 29 de julho em Washington e que inclui paradas em Los Angeles, Atlanta, Las Vegas e Nova York, entre outras cidades.

Amanhã, no aniversário do falecimento de Michael, tocarão no Fox Theatre de Detroit.

'É um sonho tornado realidade', disse Jackie Jackson em comunicado quando a turnê foi anunciada. 'Não posso crer que esteja acontecendo. Não há nada como nos reunirmos todos no palco. Será algo excitante para os fãs de todo o mundo e sei que em cada show o espírito de Michael estará conosco', acrescentou.

Após a morte de Michael, os quatro irmãos apareceram no reality show 'The Jacksons: The Family Dynasty', que explicava como enfrentaram a perda do famoso artista e como planejaram seu retorno aos palcos.

Michael Jackson deu seus primeiros passos na música com seus irmãos em The Jackson 5, mas foi sozinho que alcançou a categoria de mito.

The Jackson 5 entrou para o Salão da Fama Rock and Roll em 1997, apesar de Marlon, Jermaine, Tito e Jackie não terem alcançado o mesmo sucesso em seus projetos individuais.

'Unity' é a primeira turnê que reúne os irmãos em um palco desde 1984.

O 'rei do pop' morreu no dia 25 de junho de 2009 vítima de uma intoxicação aguda do anestésico propofol, que lhe foi administrado por seu médico pessoal, Conrad Murray, segundo ficou provado no julgamento que terminou com veredicto de culpabilidade em 7 de novembro do ano passado.

Três semanas depois, Murray foi condenado a quatro anos de prisão, a pena máxima possível para um caso de homicídio involuntário, segundo decretou o juiz Michael Pastor, da Corte Superior do condado de Los Angeles.

O cardiologista cumpre pena na prisão do condado.

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