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Memória | 05/08/2012 12:14

Há 50 anos morria Marilyn Monroe, ícone da sensualidade

Ela era a imagem da loira fatal e, 50 anos após sua morte repentina, o debate sobre a revolução sexual de Marilyn Monroe ainda sobrevive.

Sebastian Smith, da

Wikimedia Commons

Vestido de Marilyn Monroe

Marilyn Monroe não foi a primeira 'pin-up' de Hollywood ou mesmo uma loira natural

Nova York - Ela era a imagem da loira fatal e, 50 anos após sua morte repentina, o debate sobre a revolução sexual de Marilyn Monroe ainda sobrevive.

Monroe não foi a primeira 'pin-up' de Hollywood ou mesmo uma loira natural.

Contudo, entre o famoso suéter vermelho apertado, as fotos da Playboy e o episódio do vestido esvoaçante sobre a ventilação do metrô de Nova York, a jovem, antes conhecida como Norma Jeane Baker, transtornou os Estados Unidos e o mundo.

Seus casamentos com celebridades e a fama, que ia muito além de sua modesta lista de participações no cinema, ajudaram a criar um símbolo sexual reverenciado por cantoras pop, atrizes e fashionistas até hoje.

"Marilyn Monroe alcançou uma aura", disse Goetz Grossmann, produtora-executiva de um novo filme sobre a atriz chamado "Blonde" à AFP.

"Você não pode fugir de Marilyn Monroe. Ela atingiu um status icônico".

Muito além de biografias, como a recente "Sete Dias com Marilyn", Hollywood e a indústria da música e da moda continuam intoxicadas pela bela, encontrada morta aos 36 anos pelo uso abusivo de remédios.

A diretora criativa Joe Zee escreveu no website Elle.com que "a bombshell original" ainda é uma inspiração nas passarelas.

Celebridades como Taylor Swift e Scarlett Johansson são conhecidas por explorar os cachos loiros e vestidos brancos que ajudaram a fazer de Monroe um 'sex symbol'.

A atriz Megan Fox fez uma tatuagem --mais tarde removida-- do rosto de Marilyn em seu antebraço.

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