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Se não fosse a Noruega…
Sob o comando do experiente técnico dinamarquês Morten Soubak, a seleção feminina de handebol terminou a primeira fase com a melhor campanha do grupo A, com quatro vitórias (Croácia, Montenegro, Grã-Bretanha e Angola) e apenas uma derrota (Rússia).
O azar foi confrontar as campeãs olímpicas e mundiais da Noruega logo de cara no mata-mata. Mesmo assim, nada de abaixar a cabeça. As brasileiras jogaram de igual para igual e chegaram a ficar em vantagem no placar (13 a 9, no intervalo). A dolorosa derrota ficou marcada nas jogadoras e na torcida, que reconheceu o esforço da nossa equipe
Na elite novamente
Rubén Magnano deixou a Olimpíada com uma marca interessante: a de argentino que mais ajudou o Brasil. Técnico responsável por levar a equipe brasileira aos Jogos após 16 anos de seco. O sonho de consolidar a campanha com uma medalha passava por uma “entregada” contra a Espanha na fase classificatória, evitando enfrentar argentinos e norte-americanos nas fases seguintes.
Pela cabeça de Magnano nem passava a hipótese. A desclassificação veio num jogo apertado contra nuestros hermanos, em partida bastante disputada. Mas com ou sem medalha, a sensação que fica é de que o Brasil está novamente na elite do basquete mundial.
Histórico
Se o desempenho do ginasta Diego Hypólito foi abaixo de sua capacidade, o mesmo não se pode dizer de Sérgio Sasaki, dono da melhor marca para a ginástica artística brasileira na história. A disputa por uma medalha continua distante (ele conseguiu a 10ª colocação), mas o desempenho na estreia olímpica após se apresentar em seis aparelhos (salto, cavalo com alças, argolas, paralelas, barra fixa e solo) é animadora. E o peso da medalha dourada de Arthur Zanetti pode abrir os olhos de investidores para a ginástica brasileira.
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