Aguarde...
MMAComo assistir a Vitor Belfort X Luke Rockhold no UFC
RelacionamentosMetrô de Praga quer habilitar vagão para encontros
CannesDrama familiar do diretor de "A Separação" é aclamado
Comédia “Giovanni Improtta” sai do livro e da novela para os cinemas
Teatro"Deus é um gângster" será apresentada sob proteção policial
LeiteEm obra, Ai Weiwei denuncia insegurança alimentar na China
Animação Adolescente descobre mundo em miniatura em “Reino Escondido”
Suspense Com Jude Law e Channing Tatum, “Terapia de Risco” estreia
AustráliaLançamento de álbum do Daft Punk transforma cidade rural
Segundo a Abact e Apex, o preço das obras contemporâneas de menor custo é de cerca de 550 dólares, o que segundo eles contribui para a "democratização da arte"
São Paulo - Artistas jovens em ascensão, consagrados que vendem quadros por milhares de dólares, colecionadores que investem em obras e uma quantidade de galerias que aumenta a cada dia: o efervescente mercado de arte no Brasil cresce impulsionado pelo vigor da sexta maior economia do mundo.
"Temos um aumento incrível das vendas, dos compradores e dos colecionadores e tudo isso faz com que o Brasil seja um mercado muito próspero e com possibilidades", disse à AFP Eliana Finkelstein, uma das diretoras da galeria Vermelho em São Paulo.
Finkelstein preside a Associação Brasileira de Arte Contemporânea (Abact), que em 2007 associou-se à agência oficial de promoção de exportações, Apex, para representar cerca de 40 galerias.
O objetivo é promover artistas internacionalmente, fazê-los participar de feiras e exposições, buscar alianças e atrair novos compradores. Para o período 2011-2013, conta com um orçamento de 500.000 a 750.000 dólares.
Segundo um relatório conjunto, os negócios das galerias de arte brasileiras cresceram 44% nos últimos dois anos enquanto em 2011 as exportações de arte atingiram um recorde de 60 milhões de dólares. O melhor desempenho anterior tinha sido em 2009, com 38,5 milhões de dólares.
"Há um bom momento na economia brasileira e isso impulsiona o mercado de arte", disse à AFP Ricardo Trevisan, da Casa Triângulo, uma sala paulista que este ano participa de feiras de arte de Madri, Hong Kong, Londres e Miami.
Com mais recursos no Brasil, a cosmopolita capital paulista atrai visitantes estrangeiros, feiras de arte e leilões com os quais pretende destacar-se no mapa mundi da cena artística e nos negócios.
A última edição da feira SP-Arte, em meados de maio, apresentou um número recorde de 110 galerias, 27 delas estrangeiras. A partir de setembro, o pólo industrial e financeiro do Brasil receberá a trigésima edição da Bienal, com mais de uma centena de artistas de todo o mundo.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados