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Seleções brasileira e cubana de vôlei em briga após jogo, nas Olimpíadas de 96: Pela primeira vez em meio século Cuba não conseguiu vaga nos esportes coletivos
Havana - Depois de ter obtido em Pequim o menor número de medalhas desde os Jogos Olímpicos de 1980, em Moscou, Cuba desembarca em Londres vivendo um misto de incertezas e esperanças, apostando no ouro em esportes como boxe, luta e atletismo.
A delegação cubana terá 110 atletas disputando 14 modalidades, uma equipe menor que a de Pequim, que contou com 162 competidores em brigando por medalhas em 18 modalidades.
Uma das justificativas para a redução da equipe olímpica é que pela primeira vez em meio século Cuba não conseguiu vaga nos esportes coletivos.
O astro cubano nos Jogos de Londres é o corredor Dayron Robles, ouro nos 110 metros com barreiras em Pequim. 'Por ser campeão olímpico, minha expectativa é sempre renovar os títulos. Estamos trabalhando para estar na melhor forma possível em Londres', disse Robles à Agência Efe, em janeiro passado.
Dono do recorde mundial, Robles espera superar um ciclo olímpico 'complicado', em uma temporada que seis corredores superaram seus melhores tempos. Seu grande rival é o chinês Liu Xiang, que igualou sua marca, mas não teve tempo homologado devido ao vento.
O atletismo é o carro-chefe do país caribenho, comn 47 atletas divididos em 25 provas. O presidente da Federação Cubana de Atletismo, Alberto Juantorena, que fez história em Montreal-1976, com ouros nos 400 e 800 metros, disse à Efe que o país terá vários atletas que estão na elite mundial, mas que é muito difícil fazer qualquer tipo de prognóstico.
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