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São Paulo – Um tubarão flutuando dentro de um tanque de formol, animais cortados ao meio, a cabeça de uma vaca dentro de uma cabine e alimentos cobertos por borboletas vivas. Essas e outras imagens impactantes estão expostas, a partir de hoje, no museu de arte Tate Modern, em Londres.
A mostra é uma reunião dos trabalhos mais importantes do artista Damien Hirst, referência principal do movimento Young British Artists (Jovens Artistas Britânicos), que surgiu nos anos 90. A reflexão mais presente em sua obra é a morte.
Em “A Thousand Years” (1991), por exemplo, uma câmara de vidro é dividida em duas partes. De um lado, a cabeça de uma vaca ensanguentada é coberta por moscas vivas. Do outro, um eletrocutor de insetos, que mata as moscas após se alimentarem da vaca.
Além dos animais em estado nada convencional, a exposição traz vitrines repletas de medicamentos e instrumentos da medicina, pinturas feitas com moscas e borboletas e painéis criados com pontos coloridos e a partir da rotação do eixo. A exposição de Damien Hirst dura até nove de setembro e a entrada custa 15,50 libras.
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