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Cientista nasceu em Catanzaro, no sul da Itália, em 22 de fevereiro de 1914 e se formou em medicina em 1936 na Universidade de Turim
Roma - O prêmio Nobel de Medicina ítalo-americano Renato Dulbecco, conhecido por seus estudos sobre o câncer e por suas pesquisas em engenharia genética, morreu aos 97 anos na Califórnia, nos Estados Unidos, informou nesta segunda-feira a imprensa italiana.
Dulbecco ganhou o Prêmio Nobel em 1975 junto com David Baltimore e Howard Martin Temin, ambos americanos, por suas pesquisas sobre a interação vírus oncogénicos e o material genético celular.
O cientista nasceu em Catanzaro, no sul da Itália, em 22 de fevereiro de 1914 e se formou em medicina em 1936 na Universidade de Turim.
Entre 1936 e 1938 serviu o exército como oficial médico, e logo após deixar a corporação, foi convocado novamente durante a Segunda Guerra. Entre 1940 e 1946 ele foi professor adjunto de patologia na Universidade de Turim.
Posteriormente, Salvador D. Luria (Nobel de Medicina 1969) e Rita Levi-Montalcini (Nobel de Medicina 1986) o encorajaram a se mudar para os Estados Unidos e Dulbecco deixou a Itália em 1947. O médico foi trabalhar na equipe de Luria.
Em 1953 foi naturalizado americano e durante a década de 50 trabalhou como professor no Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), onde desenvolveu trabalhos no campo da pesquisa da virologia animal e de vírus oncológicos.
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