Aguarde...
SequestradosLibertados xiitas libaneses sequestrados na Síria
RepressãoJornalista brasileiro é preso na Síria
Reino UnidoEscócia lança campanha pela independência
ItáliaVaticano anuncia prisão por posse de documentos secretos
PetistaCampanha de Haddad pode incluir combate à homofobia
Caso RubyJovem se fantasiou de Obama para agradar Berlusconi em festa
EleiçõesBerlusconi propõe reforma eleitoral na Itália baseada na França
BolíviaMorales revela que pular de ano na escola custou um cordeiro
FrançaHollande: retirada do Afeganistão será coordenada com aliados
Político refutou a avaliação feita pelo ex-governador de São Paulo José Serra de que haverá uma polarização entre tucanos e petistas nas eleições
São Paulo - O presidente do PMDB de São Paulo, deputado estadual Baleia Rossi, refutou ontem avaliação feita terça-feira pelo ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) de que haverá uma polarização entre tucanos e petistas na campanha à sucessão à Prefeitura de São Paulo, no ano que vem. O dirigente peemedebista garantiu que a candidatura do deputado federal Gabriel Chalita (PMDB-SP) é "irreversível" e negou a hipótese de uma dobradinha entre PMDB e PT já no primeiro turno da disputa municipal, em um eventual acordo que tem como principal articulador o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"A candidatura do Chalita em São Paulo é irreversível, porque não foi uma construção de última hora", afirmou. "Eu respeito muito o ex-governador José Serra, mas acho que o Gabriel Chalita tem todas as condições de disputar com ele ou com qualquer outro", completou. Chalita e Lula devem se reunir em janeiro de 2012, a pedido do ex-presidente, para discutir o cenário eleitoral em São Paulo.
Em entrevista exclusiva à Agência Estado, o dirigente do PMDB mostrou confiança na ida de Gabriel Chalita ao segundo turno da disputa municipal e considerou José Serra como um dos adversários do deputado federal, apesar de o ex-governador negar a pessoas próximas a intenção de participar na corrida eleitoral. "Apesar de ele dizer que não é candidato à Prefeitura de São Paulo, eu acho que ele deve estar pensando no assunto", afirmou.
"A campanha de 2012 em São Paulo terá três candidatos fortes: do PSDB, do PT e do PMDB, e eu acredito que o PMDB vá para o segundo turno", acrescentou. Rossi admitiu que Chalita é pouco conhecido da população paulistana, o que, segundo ele, foi apontado em uma pesquisa qualitativa feita pelo próprio partido. "A pesquisa mostrou que 90% da população de São Paulo não conhece o Chalita. Na faixa dos 10% em que ele é conhecido, tem um bom desempenho", afirmou o presidente do PMDB.
Para o dirigente peemedebista, quando Chalita for conhecido por meio de sua participação nos palanques eletrônicos, uma vez que o PMDB detém o segundo maior tempo no horário eleitoral gratuito em São Paulo, esse desconhecimento deverá ser revertido. "Hoje, você não consegue falar com milhões e milhões de eleitores em São Paulo sem que tenha tempo de televisão e o Chalita fará uma campanha propositiva, passará a imagem do bom gestor, de uma pessoa respeitada e voltada à educação", explicou.
Rossi afirmou que o PMDB pretende lançar, pelo menos, 400 candidatos a prefeito no Estado de São Paulo em 2012, eleger 150 deles e assim ter força para bancar a candidatura do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, ao governo paulista em 2014. "O partido, para pleitear a sucessão ao Palácio dos Bandeirantes, terá de sair fortalecido em 2012 nas principais cidades de São Paulo". Rossi avalia que o PMDB de São Paulo conseguiu manter a unidade no Estado, quase um ano após a morte do ex-governador Orestes Quércia, ocorrida no dia 24 de dezembro do ano passado.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação