Aguarde...
RepressãoJornalista brasileiro é preso na Síria
Reino UnidoEscócia lança campanha pela independência
ItáliaVaticano anuncia prisão por posse de documentos secretos
PetistaCampanha de Haddad pode incluir combate à homofobia
Caso RubyJovem se fantasiou de Obama para agradar Berlusconi em festa
EleiçõesBerlusconi propõe reforma eleitoral na Itália baseada na França
BolíviaMorales revela que pular de ano na escola custou um cordeiro
FrançaHollande: retirada do Afeganistão será coordenada com aliados
EscândaloHomem de confiança de Cachoeira complica Perillo
'A Alemanha precisa de um presidente que conte com um amplo apoio da população', disse Wulff ao reconhecer que este não é o seu caso neste momento
Berlim - O presidente da Alemanha, Christian Wulff, anunciou nesta sexta-feira sua renúncia em uma breve declaração no Palácio de Bellevue, diante das acusações de corrupção e tráfico de influência que haviam contra ele.
A renúncia do governante alemão ocorreu depois que a Promotoria de Hannover, ao norte do país, solicitou na quinta ao Bundestag, o Parlamento alemão, que suspendesse a imunidade de Wulff para que fosse aberta uma investigação contra o presidente.
'A Alemanha precisa de um presidente que conte com um amplo apoio da população', disse Wulff ao reconhecer que este não é o seu caso neste momento, após a possível ação da Justiça.
'Estou convencido de que (as investigações) vão comprovar minha inocência', afirmou o já presidente demissionário, que afirmou ter sido 'sempre honrado' no exercício de suas funções como governante da Alemanha e anteriormente como líder do estado federado da Baixa Saxônia.
Wulff negou as acusações publicadas pela imprensa alemã durante os dois últimos meses e declarou que as notícias divulgadas 'feriram' ele e sua mulher.
As últimas acusações contra Wulff tiveram origem em sua etapa como governador da Baixa Saxônia, por suas relações com o produtor cinematográfico David Groenewold, que também é investigado.
Em 2007, Groenewold e Wulff passaram férias juntos na exclusiva ilha alemã de Sylt, que foram pagas pelo primeiro, embora o presidente tenha garantido que ressarciu aquele que qualificou como 'amigo pessoal'.
As férias aconteceram um ano depois que o governo da Baixa Saxônia, presidido por Wulff, aprovou a concessão de um milhão de euros a uma empresa de Groenewold.
A crescente polêmica por supostos casos de 'amizade' de Wulff explodiu em 13 de dezembro. Na ocasião, o jornal 'Bild' publicou que, quando era primeiro-ministro regional, havia aceitado um crédito privado de meio milhão de euros com condições bastante vantajosas de empresários amigos para adquirir uma casa.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação