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EUA | 09/02/2012 23:55

Obama diz a Monti que fará o possível para estabilizar a Europa

Obama expressou também a importância de os recursos financeiros da Europa serem suficientemente fortes para conter a crise da dívida que atinge o Velho Continente

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Obama avança nas pesquisas

Obama reiterou o apoio às medidas tomadas por Monti desde que o primeiro-ministro substituiu Silvio Berlusconi, no final de 2011

Washington  O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou nesta quinta-feira que o país fará o máximo possível para ajudar a estabilizar a situação econômica na Europa, após se reunir com o primeiro-ministro da Itália, Mario Monti, na Casa Branca.

Obama expressou também a importância de os recursos financeiros da Europa serem suficientemente fortes para conter a crise da dívida que atinge o Velho Continente.

Ele avaliou ainda as 'efetivas medidas' promovidas por Monti, que permitiram 'aumentar a confiança tanto dentro da Itália como pela Europa'.

Após o encontro de aproximadamente uma hora, os dois líderes discursaram brevemente aos jornalistas para reafirmar a aliança entre os dois países.

Obama reiterou o apoio às medidas tomadas por Monti desde que o primeiro-ministro substituiu Silvio Berlusconi, no final de 2011, o que qualificou como 'tempos difíceis na política italiana'.

'A Itália demonstrou que tem um plano e que leva a sério suas responsabilidades fiscais, mas também enfatiza a necessidade de reformas estruturais que promovem o crescimento', acrescentou.

Já o primeiro-ministro da Itália agradeceu o apoio expressado por Obama e assinalou: 'devemos reforçar nossas ações conjuntas' rumo à estabilidade financeira da zona do euro.

Além disso, o presidente americano destacou o 'papel extraordinário' da Itália no Afeganistão e reiterou o 'compromisso de ambas as partes com o calendário de Lisboa para a transição rumo a uma liderança total por parte do Afeganistão até o fim de 2014'.

Por último, Obama destacou que os líderes discutiram a situação na Síria, onde 'tanto Itália como EUA têm grande interesse no fim do derramamento de sangue e que aconteça a transição do atual governo, que está degradando seu próprio povo'. 

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