Aguarde...
PúblicasGigantes estatais afogam crescimento econômico da China
Estados UnidosEra do dólar barato vai chegando ao fim
ComércioDiretor da OMC relativiza votos recebidos na eleição
NegociaçõesMéxico quer impulsionar comércio com Brasil, mas sem acordos
EstataisBrasil e México vão aproximar petroleiras Petrobras e Pemex
Acima de polêmicasObama promete manter foco em empregos e na classe média
Dados oficiaisEconomia argentina cresce 2,7% no primeiro trimestre
PortosMP dos Portos é passo para economia competitiva, diz Firjan
NegociaçãoPara Azevêdo, precisamos repensar a Rodada Doha
EstimativasPortos receberão mais de R$ 50 bilhões em investimentos
Após a teleconferência realizada hoje pelo Eurogrupo, os ministros deram uma resposta à solicitação oficial de ajuda enviada pelo titular espanhol de Economia, Luis de Guindos
Bruxelas - Os ministros de Finanças da zona do euro concluíram nesta quarta-feira as condições da assistência financeira à Espanha para a capitalização dos bancos do país, ao mesmo tempo em que apoiaram um resgate completo para o Chipre junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI).
Após a teleconferência realizada hoje pelo Eurogrupo, os ministros deram uma resposta à solicitação oficial de ajuda enviada pelo titular espanhol de Economia, Luis de Guindos, na última segunda-feira a seus parceiros da zona do euro com um pedido de empréstimo de até 100 bilhões de euros para capitalizar os bancos.
Para os ministros, a assistência financeira, através do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) até que entre em vigor o Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEDE), ''foi justificada para proteger a estabilidade financeira na zona do euro''.
A região fez nenhuma alusão às dúvidas geradas nos mercados sobre o caráter de dívida, questão que será discutida nas próximas semanas, segundo o presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, na semana passada.
O Eurogrupo ainda lembrou que as teste de estresse realizadas pelas duas consultoras independentes Roland Berger e Oliver Wyman determinaram que os bancos espanhóis necessitaria entre 51 e 62 bilhões de euros. Esta quantidade, junto com uma margem de segurança adicional, se manteria dentro do importe de até 100 bilhões de euros definido pelo Eurogrupo em 9 de junho.
Além disso, o número exato do empréstimo se baseará na auditoria detalhada das carteiras creditícias de cada entidade, realizadas por Ernst & Young, Pwc, Deloitte e KPMG, e na avaliação das necessidades dos bancos por parte dos técnicos da Comissão Europeia, Banco Central Europeu (BCE), Autoridade Bancária Europeia (ABE) e FMI.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados