Aguarde...
ÍndicesPesquisadores mapeiam escravidão no Brasil
Caso RubyJovem se fantasiou de Obama para agradar Berlusconi em festa
Dia Livre de ImpostosO que daria para comprar (e poupar) em um Brasil sem impostos
TrânsitoAcidente na Imigrantes deixa um morto e um ferido
EleiçõesBerlusconi propõe reforma eleitoral na Itália baseada na França
DesenvolvimentoPIB da OCDE cresce 0,4% no primeiro trimestre de 2012
ComércioUE denuncia Argentina na OMC por restrições às importações
EstratégiaChina deve aumentar esforços para crescimento
Rio de Janeiro - A Secretaria de Acompanhamento Econômico (Seae), do Ministério da Fazenda, enviou parecer sobre a compra da Medial pela Amil em que recomenda a venda de ativos para que o negócio seja aprovado pelo órgão antitruste brasileiro.
Em nota no final da tarde, a Seae afirmou que a "operação tem uma possibilidade significativa de apresentar efeitos líquidos negativos anticompetitivos" pela concentração em mercados considerados relevantes no Estado de São Paulo.
O documento ao qual a Reuters teve acesso será enviado ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que dará a palavra final sobre a operação.
As ações da Amil na Bovespa fecharam em queda de 3,3 por cento, cotadas a 16,72 reais, perto da mínima da sessão.
A Seae recomenda a alienação da carteira de beneficiários dos planos médicos individual e familiar em Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo, e de análises clínicas em Diadema, região metropolitana do Estado.
Além disso, sugere que seja vendido o hospital-geral na capital paulista, incluindo "equipamentos, instalações, corpo técnico e material". Nesse caso, a venda deve ser para um terceiro cuja parcela de mercado após a aquisição não seja superior a 20 por cento no município de São Paulo.
Procurada, a Amil não se pronunciou imediatamente sobre o parecer da Seae.
A Amil anunciou a compra do controle da Medial em novembro de 2009 por cerca de 600 milhões de reais, consolidando sua posição de líder no mercado brasileiro de planos de saúde.
Quando o negócio foi divulgado, a Amil informou que seu market share no Estado de São Paulo, o mais rico do país, passaria de 7,9 para 15,1 por cento. Em todo o Brasil, pularia de 6,2 para 10,1 por cento.
Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados
Para deixar um comentário você precisa se identificar. Escolha um dos tipos de identificação abaixo:
com Abril ID
Termos de uso | Comentários sujeitos a moderação