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UE: a capacidade financeira final do plano é ligeiramente inferior à proposta por Alemanha, França, Itália e Espanha
Bruxelas - Os 27 países-membros da União Europeia (UE) aprovaram na cúpula de chefes de Estado e de governo do bloco um plano de crescimento avaliado em 120 bilhões de euros que ajude a fomentar a atividade econômica e o emprego, declarou em entrevista coletiva o presidente permanente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy.
Essa quantia, equivalente a 1% da riqueza nacional bruta da UE (GNI, na sigla em inglês), procede de diversas iniciativas prévias. Por isso, não pode ser considerada um novo financiamento.
A capacidade financeira final do plano é ligeiramente inferior à proposta por Alemanha, França, Itália e Espanha (130 bilhões de euros) na reunião prévia realizada pelos quatro na semana passada em Roma.
Para obter esses 120 bilhões, os 27 membros da UE desenharam um plano que inclui principalmente o uso da capacidade de empréstimos do Banco Europeu de Investimento (BEI), o Fundo Europeu de Investimento e os chamados 'project bonds' - valores mobiliários representativos da dívida e ligados sobretudo a projetos de infraestrutura.
'Não se trata apenas de injetar dinheiro, mas de fomentar o emprego e a atividade empresarial sustentável', explicou Van Rompuy. Segundo ele, os investimentos 'devem ser dirigidos diretamente aos países mais vulneráveis'.
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