Aguarde...
Pesquisa As regiões onde o número de super-ricos mais cresce
HSBCAtividade industrial chinesa cai para pior nível em 9 meses
ReservasBrasil tem munição diante da volatilidade do real
TransporteInflação refletirá recuo de tarifa já neste mês, diz FGV
RecursosMantega diz não haver mais espaço para desonerar transporte
ReestruturaçãoUnião ajuda estados a reduzir dívida, afirma Mantega
De passagemSe dólar amainar alta, não afetará inflação, diz Mantega
Mercado globalMantega descarta menor atratividade do Brasil por Fed
AltaPIB argentino cresce 3% no primeiro trimestre de 2013
Tributos"Parte mais salgada da conta foi reduzida", diz Mantega
Caixa eletrônico: a expansão, que se dá de forma sustentável, do crédito oferecido às famílias brasileiras foi outro ponto destacado pelo presidente do BC
São Paulo – O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, disse hoje (18) que as instituições bancárias brasileiras têm capacidade financeira suficiente para ampliar a oferta de crédito sem comprometimento da solvência do sistema.
Na avaliação de Tombini, o sistema financeiro nacional apresenta elevados níveis de liquidez e capital, que permitem a expansão do crédito no país sem prejuízos ao sistema bancário.
A declaração foi feita durante o Congresso da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), na capital paulista. Para o presidente do BC, o ritmo de crescimento da economia e o sistema financeiro brasileiro sólido são condições “essenciais para o desenvolvimento de qualquer mercado de crédito”.
Tombini também citou o aperfeiçoamento dos modelos de avaliação de risco para que os bancos disponham de maior segurança na concessão de crédito. Desde março, a nova central de crédito do Banco Central traz informações detalhadas dessas operações.
A expansão, que se dá de forma sustentável, do crédito oferecido às famílias brasileiras foi outro ponto destacado pelo presidente do BC. Segundo ele, a geração de empregos e a expansão da renda no Brasil trazem segurança para a tomada de crédito. O endividamento das famílias brasileiras, em sua visão, não está elevado como o de economias de outros países, além de representar dívidas de curto prazo, “o que facilita uma rápida recomposição de balanços”.
O presidente da autoridade monetária ainda falou das perspectivas para a economia nos dois últimos trimestres do ano, que se traduzem em aceleração do crescimento de forma sustentada. “O conjunto de medidas para o aumento da competitividade e produtividade e o estímulo ao investimento produtivo darão suporte ao crescimento sustentável nos próximos anos”, observou.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados