Aguarde...
PassagensTarifas de ônibus responderam por 83% da inflação em SP
InflaçãoPolítica reduz repasse do dólar a preços, diz Tombini
Política neutraTombini nega uso do câmbio para estabilizar inflação
CombustíveisRelação entre preços do etanol e gasolina cai a 64,84%
VeículosJunho já soma 167 mil autos e comerciais leves vendidos
Banco CentralInflação em 12 meses tem tendência de alta, para Tombini
PropostasG-8 fecha acordo para combater evasão e fraude fiscal
ConsumoCNC reduz previsão de alta do comércio em 2013
MoedaDólar "defasado" dificulta recuperação da indústria, diz CNI
Marco regulatórioLíder do PT quer "democratizar" recursos da mineração
As duas empresas decidiram em 2005 construir uma refinaria no em Pernambuco com capacidade para processar 230 mil barris diários de petróleo, na qual a Petrobras teria 60% e a PDVSA, 40%.
A Petrobras iniciou em 2007 a construção da refinaria Abreu e Lima com recursos próprios à espera que a PDVSA assumisse sua parte da dívida que a estatal brasileira contraiu com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiar a obra.
O principal problema é que o BNDES não aceita ainda as garantias oferecidas pela venezuelana para conceder-lhe o empréstimo. A Petrobras já deu diversos prazos para que sua sócia apresente as garantias, mas nenhum deles foi cumprido.
Para garantir a entrada da PDVSA na sociedade, é necessário que a estatal venezuelana adquira 40% das ações da Abreu e Lima, se responsabilize pela mesma percentagem da dívida contraída e da parte que lhe corresponde assumir do que foi gasto até agora pela Petrobras nas obras.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados