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Melhora | 29/01/2014 06:36

Para Obama, economia dos EUA avançará em 2014

Estados Unidos viraram a página, depois de lutar contra a crise econômica, e estão preparados para avançar, declarou o presidente Barack Obama

Stephen Collinson, da

Saul Loeb/AFP

O presidente americano Barack Obama

O presidente americano Barack Obama: "acredito que este pode ser um ano de avanço para a América", afirmou

Washington - Os Estados Unidos viraram a página, depois de lutar contra a crise econômica, e estão preparados para avançar, declarou o presidente Barack Obama em seu discurso do Estado da União, nesta terça-feira.

"É por isso que eu acredito que este pode ser um ano de avanço para a América", afirmou. "Depois de cinco anos de coragem e esforço obstinado, os Estados Unidos estão mais bem posicionados para o século XXI do que qualquer outra nação do planeta", insistiu.

Segundo ele, "o projeto definidor da nossa geração é restaurar" a promessa de igualdade de oportunidades para todos os americanos.

"A desigualdade se aprofundou. A mobilidade ascendente se estancou, e há pessoas demais que não estão trabalhando", lamentou.

"Nosso trabalho é reverter essas tendências", continuou o presidente, com um discurso otimista, no qual apresentou algumas propostas para acelerar o crescimento, fortalecer a classe média e construir novas possibilidades de ascensão social no país.

O governo propôs o incremento do salário mínimo, igualdade salarial para as mulheres e para grupos de diversidade sexual, reforma de patentes, entre outros pontos. Algumas dessas medidas, "vão exigir uma ação do Congresso, e estou entusiasmado de trabalhar com todos vocês", afirmou, referindo-se à maioria dos presentes.

"Mas a América não fica parada - nem eu vou ficar. Assim, não importa onde e quando, poderei dar passos sem legislação para expandir as oportunidades para mais famílias americanas, e é o que eu vou fazer", ameaçou.

Ao pedir ao Congresso que aumente o salário mínimo federal, Obama convocou os legisladores a ajudar a reverter a profunda disparidade de renda no país.

"Digam sim. Deem um aumento à América", disse Obama, que pediu um projeto de lei que eleve a base salarial em cerca de 40%.

Depois de observar que o salário mínimo atual, de US$ 7,25 por hora, é 20% menor do que há 15 anos, Obama anunciou uma ordem executiva, na qual solicita que os funcionários públicos federais terceirizados recebam pelo menos US$ 10,10 por hora. Segundo ele, isso vai melhorar a renda de milhares de funcionários de limpeza e manutenção nos prédios do governo, ou trabalhadores menos qualificados das bases militares, por exemplo.

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