Aguarde...
IntegraçãoChile quer investir e promover intercâmbios no Brasil
EconomiaJuros têm alta diante de avanço do dólar
EconomiaBanco público avança mais na concessão de crédito
ContasDívida dos Estados é impagável, diz relator
MinistroGoverno não está negociando dívidas estaduais, diz Mantega
AnúncioGoverno pode distribuir royalty da mineração a não produtor
NegóciosMercado japonês de carnes suínas abre portas para o Brasil
EncontroBrasil ainda é oportunidade para alguns
EconomiaInadimplência tem nível mais baixo desde outubro de 2011
ÍndiceConfiança do consumidor cai 6,2% na cidade de São Paulo
"Acho essa decisão muito preocupante", afirmou a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, que estava na Rio+20
Brasília - A aprovação pela comissão especial da Câmara de uma Proposta de Emenda à Constituição que acaba com os tetos salariais e outras amarras que impedem aumentos indiscriminados de salários no funcionalismo público disparou um sinal de alerta no governo. Ministros reagiram e afirmaram que a confirmação do projeto pelos plenários do Congresso Nacional pode trazer sérios problemas para as contas públicas.
"É um retrocesso, um mau sinal para a Previdência, para o sistema", disse o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves. "Estamos em um momento de crise e devemos nos acautelar."
"Acho essa decisão muito preocupante", afirmou a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, que estava na Rio+20. "Pode se tornar um problema para o país. Espero que não avance."
Para Miriam, responsável pelo controle de gastos com pessoal na máquina federal, a situação ainda pode ser revertida com uma forte mobilização da base do governo no Congresso.
"Temos que garantir bons salários ao servidor, mas não por meio de artimanhas e conchavos de gabinetes", disse o ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Moreira Franco, que foi, quando deputado, relator da PEC que criou o teto equivalente ao salário de um ministro do Supremo, hoje em R$ 26.723,13. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Copyright © Editora Abril - Todos os direitos reservados